Seja bem-vindo ao Melissa Benoist Brasil, sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Melissa Benoist, mais conhecida por interpretar a Supergirl na serie homônima. Aqui você encontrará informações sobre seus projetos, campanhas e muito mais, além de entrevistas traduzidas e uma galeria repleta de fotos. Navegue no menu acima e divirta-se com todo o nosso conteúdo. Esperamos que goste e volte sempre!

No domingo (12), Melissa Benoist foi fotograda deixando a festa anual da Instyle Day of Indulgence Party em Los Angeles. Confira:

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Melissa Benoist concedeu uma entrevista a rádio Sandyland para Sandra Bernhard no dia 12 de julho. Confira abaixo:

Sandra Bernhard: Você acorda toda manhã com um sorriso no rosto?
Melissa Benoist: Eu acordo, agora.
SB: Quando você começou com o papel de Carole King em Beautiful, que vai até o dia 4 de agosto, é muito impressionante, digo, eu vi com a atriz original e eu chorei por que eu cresci ouvindo e o primeiro disco que minha mãe comprou foi Tapestry.
MB: Sim, a minha mãe também!
SB: Sério?
MB: Ela tinha quatorze anos e foi o primeiro álbum que ela comprou com o próprio dinheiro.
SB: Minha mãe me levou a loja de discos, foi assim que aconteceu.
Você é muito jovem, você vai fazer 30 anos!

MB: Sim, vou fazer 30 anos esse ano em alguns meses.
SB: É uma grande coisa!
MB: É, eu estou animada em fazer 30 anos.
SB: Sim, por quê não?! É uma coisa boa, porque você tem vivido muitas experiências que tem te levado a esse momento.
MB: Sim, os meus 20 foram bem difíceis.
SB: São difíceis mesmo, eles têm que ser, é chamado de “retorno de Saturno”, já ouvir falar?
MB: Não.
SB: É entre 27 e 30 anos. Você aprende todas essas lições de vida que se você fazer certo te levará ao próximo nível. Obviamente, você fez certo, olhe para você. Você está estrelando em Beautiful na Broadway, em Supergirl em que a quarta temporada retorna no domingo 14 de outubro e você interpreta a Kara Zor-El.
MB: Eu amei o modo como você falou isso.
SB: Eu tinha uma amiga que era minha colega de quarto e nos vimos o filme do Superman e tinha o Jor-El.
MB: Sim, o pai dele se chamava Jor-El. Clark é, não consigo pensar sobre ele.
SB: Sem pressão. Eu gosto do Zor-El, é estranho.
MB: Sim, é estranho.
SB: Quando escreveram Supergirl, você sabe?
MB: Supergirl foi escrito nos anos 50, acho que foi 1954.
SB: Kal-El, não ache que eu não busquei isso na minha mente.
MB: Foi num tempo diferente, eu devia saber isso, mas ele começou mais cedo. Superman foi escrito nos anos 30, eu acho é Supergirl veio nos anos 50.
SB: Você sabe qual foi o conteúdo original politicamente do Superman? Por que tinha algo por trás como se fosse um anti-fashion.
MB: Eu acho que sim. Muitos quadrinhos dessa época tinham esse jeito de mostrar as pessoas mais fortes do que elas realmente eram.
SB: Certo, tem esse jeito e a gente passa por coisas diferentes e difíceis mas é diferente. Eu acho que eles eram mais unificadores agora eles estão se dividindo mais.
MB: Sim, eu concordo.
SB: Bem, você é uma pessoa nova e de onde você está sentada parece que tudo está tão triste. Especialmente do agora para o passado, sabe, 30 ou 40 anos atrás. Você pensa sobre isso?
MB: Eu penso sobre isso todos os dias. Eu tenho vontade de falar sobre essas coisas constantemente.
SB: Que bom.
MB: Eu na verdade, perguntei a minha avó, que viveu em meio a depressão e à segunda guerra mundial e meu avô lutou na guerra como soldado e eles odiavam guerra e eram muito pacifistas e meu avô não era necessariamente mau. Eu perguntei a minha avó o que ela achava sobre o que estava acontecendo e se ela achava qualquer semelhança do que acontecia nos anos 60 e 70 e ela falou que não, que era diferente de qualquer coisa que ela já sentiu porque nós tínhamos dignidade naquele tempo.
SB: Bingo, sua avó está certa. Não é culpa de ninguém.
MB: Yep.
SB: Mas você está trazendo dignidade para as telas e os palcos. Como é ir todos os dias para o Teatro Stephen Sondheim? Como é esse sentimento? É o seu primeiro show na Broadway?
MB: Sim, é minha estreia na Broadway!
SB: Ai, meu Deus!
MB: É algo que eu sempre quis fazer desde que eu me lembre.
SB: Você toca o piano?
MB: Eu toco o piano.
SB: Mas você não tem que tocar, você não toca de verdade, certo?
MB: Não, eu não consigo tocar como a Carole, não são muitas que conseguem.
SB: Mas você pode cantar, talvez eu consiga ir antes de você sair para eu poder te ver. Obviamente, você canta ao vivo.
MB: Sim, eu canto ao vivo na apresentação.
SB: Claro que você canta, é tão estupido, você não performa para atuar mal. Take 3, Melissa perdeu uma nota, é como acontece? Se você perder uma nota, você só continua.
MB: Isso.
SB: Você estudou a Carole? Por que ela tem um jeito tão específico de viver e de sentar no piano em geral. Você usa uma peruca, claro.
MB: Eu uso, eu uso algumas por que ela teve variações no estilo e eles são progressivamente livres, o que eu amo.
SB: Isso é um reflexo dela como pessoa.
MB: Sim, absolutamente.
SB: Eu acho que o cabelo sempre é um reflexo.
MB: Aham, totalmente. Mas eu já era familiar com a música dela por causa da minha mãe e sempre estava tocando na casa em que cresci. Mas para me preparar eu assistia vídeos e vídeos e só escutava as versões dela que eu iria cantar.
SB: Esperta. Não importa quem começou com o show (na Broadway), você deve fazer algo seu. Você viu a pessoa anterior a você terminar o show?
MB: Sim, eu vi.
SB: Quem era a pessoa antes de você?
MB: Chilina Kennedy. Ela é boa.
SB: Tenho certeza, todo mundo tem sido bom.
MB: Eu assisti ela, era parte do meu processo de ensaio assistir ela quantas vezes eu pudesse nos estandes ou no backstage e seguir ela.
SB: E tem dançarinos, mas Carole não dança.
MB: Não, Carole fica no piano.
SB: Bom, ela não tem que se mexer, fica mais no bloqueio, isso é sempre o melhor.
Você faz oito apresentações na semana.

MB: Oito apresentados na semana, e não é brincadeira.
SB: Como você cuida da sua voz?
MB: Eu tenho essas coisas estranhas, florais, pastilhas e loções.
SB: Me diga um que você use.
MB: Grether’s é o meu favorito. Eu tenho uma coisa chamada Fontus que é tipo locão de Aloe Vera.
SB: Onde você consegue?
MB: Eu encontro eles na internet.
SB: Eu tenho que comprar isso.
MB: Eles têm o sabor de Jolly Ranchers. Eles são deliciosos.
SB: E é de Aloe Vera?
MB: Aham.
SB: Eu preciso disso imediatamente. Anota pra mim isso Lise.
Porque eu uso loções Manuka.

MB: Esses também são bons.
SB: Mas fazendo isso e perfomando ao vivo e cantando também e quando você tem que viajar com o ar seco ou mesmo com o ar condicionado, então eu estou sempre procurando por novas coisas. Quais são os seus florais?
MB: Eu tenho tipo baga de sabugueiro, ulmeiro escorregadio. Eu faço isso e chá gelado para a garganta
SB: Aham, aí você toma tudo isso. Você sempre está tratando sua garganta.
MB: Constantemente.
SB: Você tem algum tipo de preparador no seu camarim?
MB: Sim, eu tenho tipo uma caneca que é uma coisa meio DIY que eu coloco água, menta, coisas de eucalipto e erva-doce, e, vai direto pra sua voz.
SB: Isso é muito bom. Onde você pega essas coisas?
MB: CBS ou em mercados, você pode conseguir.
SB: Ok, eu vou pegar isso também. Você também pega o seu próprio café na sua xícara chique o que é tão legal. Primeiro de tudo, todo mundo deveria estar fazendo isso agora, tomar uns minutos extras para pegar seu próprio café. Que tipo de café você gosta?
MB: É um café de origem única, eu acredito que seja de grãos etiopianos.
SB: Você mesma moe o café?
MB: Eu tenho um moedor, é as vezes eu moo na mão, dependendo se eu tenho tempo. Porque café é tão regional e se eu não tomar café e as minhas palavras cruzadas, eu faço as palavras cruzadas do The New York Times todos os dias, então não é meu dia.
SB: Você realmente tem o retorno de Saturno. Você faz as palavras cruzadas todos os dias?
MB: Sim, mas eu roubo, tipo nas sextas ou sábados eu sempre dou uma olhada.
SB: Não me importa se você trapaceia. O fato de você estar disposta o suficiente com 29 anos para fazer as palavras cruzadas. Altamente impressionante.
E você gasta muito tempo para você mesma?

MB: Sim, mas eu geralmente não estou sozinha.
SB: Você está solteira?
MB: Não.
SB: Com quem você está envolvida?
MB: O nome dele é Chris.
SB: Ele está aqui em Nova Iorque?
MB: Sim, ele é um escritor, então ele meio que pode estar em qualquer lugar.
SB: Que bom. Onde vocês se conheceram?
MB: Em Vancouver.
SB: No seu show? No set?
MB: Isso.
SB: E quantas meses você fica em Vancouver?
MB: Acho que uns 9 ou 10 meses. Eu sei é louco.
SB: Em quanto tempo você faz o show (Beautiful)? Uns três meses?
MB: Dois.
SB: Apenas dois?
MB: Sim.
SB: É muito trabalho para apenas dois meses!
MB: É, eu sei.
SB: Então você veio e estudou…
MB: Sim, nos fizemos os ensaios em duas semanas
SB: Inacreditável. E quando você volta para começar a gravar Supergirl?
MB: Na primeira semana de Agosto.
SB: Você vai voltar direto para gravar?
MB: Isso.
SB: Meu Deus, tire um tempinho de folga. Pobre Melissa Benoist. Eles estão te deixando louca. Algumas pessoas falam “eu sei que não posso perguntar a ela sobre isso”, algumas pessoas nem perguntam. Mas ela está tendo diversão, está interpretando Carole em Beautiful no musical de Carole King.

SB: Sandyland com a incrível Melissa Benoist que está se engajando na apresentação em Beautiful, o musical de Carole King até o dia 4 de agosto no Teatro Stephen Sondheim.
Eu amo que você esteja usando um penny loafer!

MB: Oh sim.
SB: Você é uma fofa, você também tem algumas tatuagens.
É uma bicicleta no seu pé?

MB: Sim, é uma bike.
SB: É muito fofo. Você também tem um lobo no seu pulso.
MB: Sim.
SB: Minha filha veio para casa depois do seu último ano de ensino médio com um monte de flores em seu bíceps e eu fiquei tipo, ‘ok’. Foi uma grande surpresa, mas eu meio que me acostumei com isso agora.
MB: Elas são bonitas?
S: Elas são. Ela e uma amiga, Shay Jolie.
MB: Que nome!
SB: Sim, elas duas decidiram e fizeram, o que, sei lá, é uma coisa que você aprende a gostar.
MB: Aham.
SB: E aqui você está com SandyLand e é muito bom ter você aqui.
Você também esteve em Waco, o que eu estou planejando assistir há um tempo. Você interpreta Rachel Koresh, certo?

MB: Sim, é a sua primeira esposa, primeira esposa de David Koresh.
SB: Você sobrevive?
MB: Não.
SB: Quantas esposas ele teve?
MB: Em torno de 10, eu acho que ele teve 12.
SB: Nossa.
MB: Ela foi a primeira, ela tinha 14 anos quando ele disse que Deus tinha lhe falado que ele devia casar com ela.
SB: Quantos anos ele tinha?
MB: Ele estava nos 20.
SB: É considerável.
MB: Sim.
SB: A propósito, eu amo o Taylor Kitsch. Era legal trabalhar com ele?
MB: Era muito legal trabalhar com ele. Aquele podia ser um set muito difícil de ficar com o material que era muito escuro e filmando quatro episódios do total de seis em meio ao cerco. Então…
SB: Ai meu Deus.
MB: Pois é. É por isso que eu não assisti, porque eu não quero…
SB: Não pode absorver isso.
MB: Não posso. Eu atuei lá e é isso. Mas Taylor era tão… Eu não sei como, mas ele fez uma influência para os jovens, é muito apoiadora e encorajadora.
SB: Friday Night Lights é um dos meus shows favoritos na televisão.
MB: Para mim também. Aquele show é brilhante.
SB: E a humanitariedade que ele trouxe para aquele personagem foi realmente impressionante.
MB: Sim, eu concordo.
SB: Quem não estava apaixonado por ele. Você nunca teve uma queda por Kitsch, não é?!
MB: Não, eu tive. Quando ele era Tim Riggings. (Risos). Quem nunca teve?!
SB: Ok, bom saber. Quem nunca?
MB: Sim, todas já tivemos.
SB: O mais fofo.
MB: Sim.
SB: Onde foi o seu lugar para se jogar na sua carreira?
MB: Eu acho que foi Glee. Eu estava fazendo alguns trabalhos curtos na época e eu meio que deixei a universidade para as audições.
SB: Onde era sua universidade?
MB: Era uma escola pequena no território do Upper East Side em Manhattan. Eu sempre fico surpresa das pessoas conhecerem porque era parecido com o meu colégio do ensino médio, mas eu amei. Eu amei estar em Nova Iorque, nessa comunidade pequena em uma cidade enorme.
SB: Você veio de Colorado?
MB: Isso.
SB: E você veio apenas para ir para a faculdade?
MB: Sim.
SB: Você sabia que queria seguir em atuação?
MB: Sim, esse era o meu pensamento maior em teatro, atuar.
SB: Então fez audição para Glee muitas vezes?
MB: Sim, eu tive algumas audições e eles fizeram o casting por meio de uma companhia de teatro, e eu cantava um monte de musicas estranhas, então eles continuavam me chamando e pediam para eu cantar uma música diferente.
SB: Que tipo de musicas você cantava?
MB: Eu cantava musicas dos Blues Traveler e Indigo Girls, é estranho.
SB: Não é estranho, eu amo isso.
MB: É que eu não acho que tivesse outra pessoa que iria cantar isso.
SB: Bom para você.
MB: Eles pensavam tipo, “ela precisa cantar mais Sara Bareilles ou Colbie Caillat ou algo assim. Então eu acabei cantando músicas assim.
SB: Mais acessíveis.
MB: Isso, mais relevantes e modernas.
SB: Nós não gostamos de musicas modernas.
MB: Eu sei.
SB: Nós gostamos de musicas velhas e autênticas.
MB: Sim, tipo eu cantei For Long Blondes.
SB: Que bom pra você.
MB: Porque esse é o tipo de musica que eu gosto de cantar.
SB: Faz sentido. Você já cantou como artista solo?
MB: Não, eu não cantei.
SB: Você já gravou alguma coisa?
MB: Não e você sabe que eu nunca pensei nisso porque cantar me traz muita ansiedade.
SB: Por que?
MB: Eu simplesmente não fico confortável, eu coloco muita pressão em cima de eu mesma. Como você disse, se você perder uma nota enquanto canta ao vivo, você deve continuar com o show. Mas se acontece isso comigo, eu fico muito abatida.
SB: Nós todos ficamos assim.
MB: Eu sei.
SB: É o jeito normal de ficar enquanto se apresenta ao vivo, sabe. Como se as pessoas ficassem “ela errou o caminho”, mas é só um pedaço de papel. É como pegar uma pequena opinião no meio de tantas outras grandes, aí você para e pensa, eu não preciso viver dessa maneira.
MB: Essa é uma analogia muito boa.
SB: Sim, eu acabei de pensar nisso e me perguntei o por quê.
Você está me inspirando. Melissa Benoist está inspirando todo mundo no Sandyland e logo ela terá que deixar Nova Iorque e voltar para Vancouver.
Eu estive lá muitas e muitas vezes para gravar coisas diferentes e as vezes eu volto porque é simplesmente lindo.

MB: É realmente muito bonito.
SB: Como é pra você ficar lá? Porque você provavelmente deve trabalhar a maior parte do tempo.
MB: Sim, nesse tempo eu pude explorar mais da cultura de lá, a comida é muito boa. Tem muitas fusões, influências asiáticas, chinesas e japonesas com comidas norte americanas são tão interessantes. Tem um restaurante japonês e italiano que tem umas das melhores refeições que eu já tive.
SB: Faz um tempo desde que eu estive lá, talvez as coisas tenham mudado com relação aos restaurantes.
MB: Com a comida, sim, é tudo novo.
SB: É uma revolução.
MB: A cidade ainda está crescendo, você pode sentir isso quando está em Vancouver, não é uma cidade que está estabilizada.
SB: Você tem um apartamento lá?
MB: Sim, eu tenho.
SB: Isso é bom, você pode ir qualquer hora e tem onde ficar, não precisa ficar se instalando em outros lugares cada hora, isso é importante.
MB: Yep.
SB: E o seu namorado é de lá?
MB: Sim.
SB: Então tem meio que uma âncora, porque você vai para casa depois de um longo dia de trabalho que é muito tempo. Quantas horas você gasta no trabalho?
MB: Em torno de quinze/dezesseis horas.
SB: Muita produção de cabelo e maquiagem?
MB: Sim, muito cabelo e maquiagem e o meu traje é bem elaborado. Nos fazemos muitos estandes, o que leva muito tempo.
SB: Então você meio que tem que estar lá quando alguém te chama, aí você grava duas vezes e tem que fazer como se estivesse realmente fazendo aquilo na tela.
MB: Isso.
SB: Isso deve ser frustrante.
MB: Tem alguns dias onde eu necessariamente não sinto que estou atuando porque eu dou um soco e digo uma fala, mas quando você vê o produto final, é bem legal e você sabe, é uma parte que está envolvido.
SB: Quem é você quando não está interpretando Supergirl? O que você faz no show?
MB: Ela tem um alter ego semelhante ao Clark Kent.
SB: Ok.
MB: Onde ela é uma repórter investigadora e o nome dela é Kara Danvers.
SB: Certo. Você também fez Whiplash, o que eu esqueci. Aquele foi um filme bom.
MB: Eu amei trabalhar naquele filme.
SB: Eu aposto que sim. Muito excelente.
MB: Foi muito divertido. Muito colaborativo e envolvente. J.K. foi meio inspirador para assistir.
SB: Ele é mau.
MB: Sim, ele é muito mau naquele filme.
SB: Bom, você está num papel importante e está em todos os lugares. Eu espero que possa ver você em Beautiful, voltar para ver
.
MB: Eu iria amar se você fosse.
SB: Obrigada.
MB: Seria muito divertido.
SB: Eu vou te mandar um sinal de fumaça para você saber.
Melissa Benoist estrelando na Broadway em Beautiful, essa é a sua estreia e você poder assistir às temporadas de Supergirl e a todas as coisas que ela está fazendo. Muito obrigada por ter vindo, você é muito inspiradora e calma, o que é impressionante para qualquer um.

Confira as fotos em nossa galeria:

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Fonte: Sandyland RadioAndy

Melissa Benoist está bem ciente que as garotas jovens estão vendo cada movimento. Por isso ela está tomando precauções extras para ter certeza ela está mostrando a mensagem certa.

“Todo dia que eu vou para o trabalho eu penso no meu público e no que estamos dizendo a eles”, Benoist disse a ABC News. “E é pelas garotas jovens por quem eu faço esse show. É só por isso”.

 

IMG_9831.JPGNesta foto, Melissa Benoist interpreta SUPERGIRL, na CBS Television Network 

 

Benoist é mais conhecida nesses dias por seu papel de “Supergirl” na CW, e ela está fazendo sua parte para ascender o nome.

“É muito importante para mim, especialmente que estamos falando nas mensagens que estamos descrevendo para essas garotas de empoderamento e otimismo e esperança”, Benoist, 29, disse recentemente para o “Popcorn with Peters Travers”. 

IMG_9832.JPGMelissa Benoist apareceu em Beautiful: a história de Carole King.

Agora Benoist está tomando o papel de outra supermulher. Ela está estrelando como Carole King numa produção da Broadway “Beautiful: The Carole King Musical”. “Beautiful” conta a história vida vida e carreira das boas músicas pop e olha no passado nos seus hits clássicos.

“Eu cresci escutando a música dela”, Benoist disse. “Nós fazíamos viagens nas estradas. Nós fazíamos turnos cada hora e uma pessoa diferente escolheria a música. Então minha mãe sempre escolhia ‘Tapestry’ e outros albums da Carole King”. 

IMG_9833.JPGMelissa Benoist compareceu no “Popcorn with Peters Travers” nos estúdios da ABC News, 14 de Junho, 2018, na cidade de Nova Iorque.

Benoist irá continuar no papel como King até 4 de Agosto. 

 

Fonte: ABC News

Não tem dúvida que Melissa Benoist pode cantar, mas os fãs estavam agradavelmente surpresos em escutar que a estrela de Glee e Supergirl iria para a Broadway em um período desse verão, interpretando um tipo diferente de herói do que o que ela faz na CW. A atriz está atualmente estrelando em Beautiful: The Carole King Musical, interpretando a produtiva cantora-compositora do duradouros hits como “It’s Too Late.” E de acordo com Melissa Benoist, o seu intervalo no teatro irá concluir trazendo mais a marca feminista para a quarta temporada de Supergirl.

Eu diria mãos para baixo, Carole tem o otimismo de Supergirl”, diz Benoist, falando ao telefone durante sua corrida. “Seu espírito, sua determinação, sua perseverança em frente à tragedia. Ela tem muito em comum com a Supergirl, na verdade, quanto mais eu interpreto sua história toda noite mais eu percebo isso. Ela é uma mulher muito inspiradora.”

Depois de se graduar em teatro no Marymount Manhattan College e estrelar em Goodspeed em 2011 na produção de Kerrigan & Lowdermilk’s “A biografia não autorizada de Samantha Brown”, Benoist foi escolhida para Glee e tem trabalhado em filmes e na televisão desde então. Esse retorno para os palcos e estreia da Broadway é um pouco tardia.

“Eu acho que eu estava num ponto onde eu iria meio que querer fazer tudo que fosse relacionado a palavra ‘Broadway’”, ela diz.

Felizmente, ela foi não foi parar em qualquer lugar, mas em um musical que celebra a contribuição da mulher para o livro de musicas Americano. Beautiful segue a carreira de Carole como co-compositora com o marido na época, Gerry Goffin na linha do Carnegie Hall. As musicas de Cynthia Weil e Barry Mann, o time de composição que trabalhou perto do casal, também fazem parte do show.

“… É documentando todas as musicas que veio esse tempo bem cultivável da musica em 1650 na Broadway,” diz Benoist, em referência a construção da história, “aquele tempo meio definido e formado da musica que tem muito da música moderna”.

Para criar para si mesma e para os outros, Carole descobre como definir ela mesma como uma artista da mesma maneira que Kara briga e triunfa em como se definir como uma heroína em Supergirl.

Beautiful é a história de uma mulher de superação, de amizade, de coração partido, e da idade essencialmente”, diz Benoist. “Essa é a jornada que eu tomo toda noite como Carole”.

Quando Supergirl retornar na quarta temporada, Benoist irá retomar a personagem que sem dúvida será afetada por essa experiência. Carole, nas palavras de Melissa, não é só um nome familiar mas ela é “discutível, provavelmente, salvou muitas pessoas através das suas palavras e de sua música. Eu acho que ela teve um grande impacto na minha vida”.

O álbum de estreia de Carole King, Tapestry, ela reconta, foi o primeiro que sua mãe comprou com o próprio dinheiro quando estava crescendo, e ela passou esse amor para as suas filhas — em que todas tem um tipo diferente de favorito, de acordo com a atriz.

Voltar para Supergirl sabendo que Carole é quase uma heroína da vida real, eu sinto que vai reforçar a forma que eu abordo a Kara”, diz Benoist. “Achando mais humanidade nela, mesmo quando ela é uma alienígena. Achando mais um feminismo adulto nela, na forma como ela tem ela mesma”.

Em Beautiful, Carole King é uma jovem mulher ingênua que não tem medo de se adaptar a uma mudança de mundo em seus relacionamentos e em suas musicas. Essa disposição em tentar e o desejo de apoiar os outros enquanto ainda toma conta de si mesma e, finalmente — como diz Benoist — de ter ela mesma são lições admiráveis de uma feminista em crescimento para Kara encorpar.

Não tem como dizer que o poder de Kara Zor-El não foi sentido no teatro Stephen Sondheim, também. “Tem tido alguns fãs de Supergirl também que, eu tenho visto na plateia, eles abrem a camiseta a la Clark Kent”, diz Benoist,o que é tão engraçado porque eles não acham que me desconcentra da apresentação por um segundo, mas sempre acontece, e me faz rir. Isso tem sido tão divertido.”

Pessoalmente, quando eu eu vi o show no domingo, 15 de julho, eu percebi que alguns fãs estavam usando as camisetas do IDONTMIND representando o bem estar mental, organização lançada pela Melissa e o o ator de Supergirl e seu par romântico Chris Wood. Embora não use toda a linguagem que temos hoje para quebrar estigmas, Beautiful enfrenta depressão, ansiedade e outros problemas mentais. É um outro paralelo entre os dois universos.

E Benoist não foi a única do universo da CW DW em fazer um crossover para o Great White Way nesse verão — Victor Garner de Legends of Tomorrow acabou de completar uma chamada em Hello Dolly, ao contrário de Bernadette Peters, e a estrela companheira de Supergirl, Jeremy Jordan ira retornar a Broadway em American Son nesse outono. Em fato, tem muitos talentos musicais individuais no Arrowverse que um episódio musical foi construído por eles em 2017.

Se para Benoist, sua chamada em Beautiful vai se concluir em 4 de Agosto. Essa data vai marcar a última vez que a atriz vai experienciar o que ela fala ser ser momento favorito na apresentação. Bem no final, a audiência se levanta e dança “Earth Move” junto com o cast, sem nenhuma vergonha. “Apenas amando a música”, diz Benoist.Isso realmente me faz feliz”.

E por encher um teatro cheio de pessoas e deixá-los esquecer de suas vidas por alguns minutos não é heróico, então o que é?

Fonte: Bustle

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