Seja bem-vindo ao Melissa Benoist Brasil, sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Melissa Benoist, mais conhecida por interpretar a Supergirl na serie homônima. Aqui você encontrará informações sobre seus projetos, campanhas e muito mais, além de entrevistas traduzidas e uma galeria repleta de fotos. Navegue no menu acima e divirta-se com todo o nosso conteúdo. Esperamos que goste e volte sempre!

Quando o pai de Winn (Jeremy Jordan) morre, sua mãe, Mary (atriz convidada Laurie Metcalf), reaparece tentando se reconectar com Winn e explicar o porque o abandonou anos atrás. Winn está ressentido demais com sua infância difícil para perdoá-la, mas quando um imitador Toyman ataca, os dois devem trabalhar juntos para detê-lo. Mon-El diz a Kara algo importante sobre os Worldkillers, e Alex suspeita de Myr’nn (ator convidado Carl Lumbly).

O episódio irá ao ar no dia 16/04.

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Nesta terça feira (13), Melissa Benoist foi fotografada no set de gravações de Supergirl em Vancouver, Canadá com sua colega de elenco Amy Jackson. Confira:

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Então, uma super-heroína entra em um bar. De início isso soa como uma piada brega mas é um pouco engraçado, afinal, neste caso, é como nós conhecemos a estrela de Supergirl, Melissa Benoist. Basta substituir a palavra “bar” por Toro NYC (Nome de um bar em NY). E faça balanço sobre o fato de que, enquanto esperávamos que todos chegassem, a atriz fazia as palavras cruzadas do dia enquanto observava tudo ao redor em uma poderosa roupa de couro toda de preto.

Ainda assim, não é exatamente justo “apenas” se referir a ela por seu papel na série CW (mesmo que ela tenha chego parecendo bastante como uma super-heroína). Ela também tem muitos outros grandes créditos, incluindo Glee em seus dias passados e a mais recentemente mini-série da Paramount Network ‘Waco‘, que é transmitida nas noites de quarta-feira e conta a história do cerco dos anos 90 envolvendo uma culto religioso. Nós conversamos com Melissa sobre por que ela estava intrigada, no começo, com esse papel, sua luta com a ansiedade e seu super poder da vida real (o que pode realmente superar tudo que já vimos na TV).

Você pode me falar sobre sua nova mini-série, Waco?

Eu tinha cinco anos e lembro sobre este cerco estar nos noticiários. Foram 51 dias entre o ATF, o FBI e o Ramo Davidiano, que as pessoas rotulavam de culto religioso. Seu líder, David Koresh, era esse homem manipulador, carismático e megalômano que reinterpretou o Livro do Apocalipse – que é sobre o fim dos tempos, fogo e enxofre, material de leitura realmente leve. Eu interpreto sua primeira esposa, com quem ele se casou quando tinha 14 anos. Ele disse que Deus lhe disse que tinha que se casar com ela e ele a pegou fora da igreja e partiram no meio da noite. Ela foi a primeira de talvez, 12 esposas? O que aconteceu com o cerco, no final das contas – porque o Ramo Davidiano tinha armas de fogo – foi que todos que estavam na casa foram queimados e 79 pessoas morreram, incluindo mais de 20 crianças menores de 15 anos. Foi uma tragédia que ninguém realmente sabia sobre nos anos 90, porque a mídia retratada era uma coisa, o FBI e o governo outra – há muito sobre o qual ninguém sabia a verdade. Então, espero que este projeto leve as pessoas a verem que sempre há mais do que vê, a compaixão é realmente importante e nada é preto e branco.

O que fez você querer se assinar com este projeto?

Inicialmente fiquei atraída pela palavra “culto”, porque sempre fui realmente fascinada – acho que todos nós somos. Todos nós imaginamos como você pode se envolver em algo que parece tão extremo, sabe? Eu assisti a todos os documentários da Cientologia e visitei a Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, eu sempre estou interessada nesses valores extremos da sociedade. Então, em uma das primeiras audições, tive que interpretar Rachel Koresh. Vi uma foto dela e não pude ignorá-la. Ela era tão forte e estoica e imaginar o que essa mulher passou foi realmente o que me fez querer contar sua história.

E então temos a Supergirl! Quando se trata de decisões cotidianas, às vezes você pensa em sua personagem e o que ela faria?

Não necessariamente, porque acho que ela vive por um código moral e ideais que são inalcançáveis. Ela é tão otimista e eu simplesmente não posso ser isso o tempo todo. Mas muita da força para desempenhar essa parte se encaixa em meu cotidiano, de maneiras que eu nem percebo. Eu não era calma, antes do trabalho, mas certamente não era de criar atritos e isso se dissolveu e desapareceu. Eu também sinto que esse trabalho realmente me deu um impulso para me defender de maneiras que eu nunca teria tido a coragem de fazer antes.

Você tem sido bastante aberta sobre sua ansiedade e transtornos mentais em geral. Como você encontra o equilíbrio com isso, sendo uma pessoa pública?

Isso é algo que eu ainda não sei como lidar ainda, porque sou introvertida de uma maneira extrovertida. A ansiedade está em dias como hoje, quando estou na correria fazendo conferência de imprensa, falando como Melissa e não como uma personagem. Às vezes me faltam palavras e eu meio que fecho de volta minha concha, e esse aperto no peito está sempre lá. Mas é bom ter um pouco de medo e se forçar a sair para fora de sua zona de conforto. Dito isto, estar naquela posição pública onde as pessoas estão olhando para você, você tem que ser corajoso e destemido para se colocar para o lado assim, a menos que você seja o tipo de pessoa que gosta disso. E também conheço pessoas assim.

Você é caseira também?

Eu sou um ermitã. O dia dos meus sonhos seria acordar com calma, fazer palavras cruzadas no meu café da manhã, fazer um suco verde ou um smoothie e ficar em casa o dia todo. Teve dias em que eu listei todas as coisas que eu precisava, incluindo controles do Nintendo Switch que acabei de comprar. Então, meu mensageiro teve que ir ao GameStop e me comprar um controle do Nintendo Switch, porque simplesmente não conseguia sair do sofá.

Qual o seu superpoder na vida real?

Eu não sei se eu sou muito boa em alguma coisa (risos). Eu acho que sou muito boa no Mario Kart. Mas esse não é um superpoder. Eu leio rápido? Eu poderia ser… eu falo com cães. Os cães gostam muito de mim. Talvez nem todos os cães, mas todos os cães que tive o prazer de conhecer um pouco melhor do que apenas acariciá-los na rua.

Fonte: Covertour

A The Laterals Media publicou ontem (06/02) uma entrevista com Melissa onde ela conta sobre sua vida durante e pós Glee, Supergirl, a preparação para sua mais recente personagem, na mini-série Waco como Rachel, onde pela primeira vez, em sua carreira, ela deu vida a uma pessoa que realmente existiu. Entre outros assuntos, fala também sobre sua carreira. Confira a tradução:


Dizer que Melissa Benoist tem uma diversidade é um eufemismo. O rosto familiar de Supergirl e Glee saltou para uma série dramática da Paramount Network. Benoist interpreta Rachel Koresh, a enigmática esposa de David Koresh e a mini-série explora as provações e as lutas do impasse do Ramo Davidiano com o governo federal. A narrativa cativa o público com seu aspecto natural, mas aborda o relacionamento do casal com uma ternura que é, muitas vezes, mal colocada. Melissa Benoist tem uma incomparável gama de competência que não se pode prender.

Houve alguns projetos antes de Glee, mas os seguidores dedicados da série criaram uma excitação por você. Havia aspectos da série que te lembrou sua própria vida quando estava no ensino médio?

Um pouco dessa série refletiu minha experiência no ensino médio. Eu não só me considerava uma adolescente estranha mas eu também vivi basicamente em um estúdio local da Academy of Theatre Arts, onde eu estudei teatro e tínhamos um coral que fazia alguns espetáculos. Todos nós éramos crianças estranhas, mas isso foi o que apreciamos e nos apoiamos uns aos outros – nosso individualismo. Era como uma família então eu definitivamente tive minha própria versão da “sala de coral” evoluindo.

Glee é conhecida por seus fãs dedicados. Você já teve alguns encontros interessantes?

Os fãs de Glee ainda estão incrivelmente dedicados e tive alguns encontros maravilhosos com eles. Eu sempre me surpreendo com algumas pessoas que são Gleeks. Há momentos em que uma pessoa que eu menos espero ser fã – um homem, por exemplo, que estava trocando o óleo do meu carro na mecânica Jiffy Lube – vem até mim e me diz quais eram suas músicas favoritas. Elas também são músicas inesperadas. Como a favorita desse fã, em particular, que era “Diva”, da Beyoncé.

Supergirl leva você ao cobiçado Universo da DC. Você gosta do gênero super-herói e da exigência física que vem com ele?

Eu nunca li histórias em quadrinhos quando era mais nova, mas o que eu aprendi a apreciar sobre o gênero dos super-heróis foi a forma de se esquivar de tudo – quanta esperança eles podem inspirar com seus personagens, suas respectivas histórias passadas, poderes e os dilemas que eles encaram. Você sabe que pode confiar que triunfará de alguma forma contra todas as probabilidades. A extensão da mitologia também é incompreensível. Fisicamente, é muito mais exigente do que eu imaginei que seria e houve um processo de aprendizado para superar quando comecei a série. Era mais como aprendizado de mobilidade na verdade, porque eu tinha que me acostumar a me mover sem parar e usar cada parte do meu corpo para o papel. Aprendi a gostar do aspecto disso. No entanto, hoje me sinto mais forte do que já me senti na vida, por dentro e por fora.

O que você faz (dieta e exercício) para acompanhar os rigores constantes da série?

No começo não fiz nada por conta do tempo que a série me consumia, mas isso mudou rapidamente. Agora eu tento treinar pelo menos quatro vezes por semana, fazendo uma mistura de pilates, ioga, treinamento de circuito e cardio e a meditação também é um componente de cada treino. No que diz respeito à dieta, eu tenho que comer coisas leves ou eu vou ficar mais lenta e não treinaria durante a semana. Isso significa principalmente alimentos crus, veganos, orgânicos e nada excessivamente processados. Eu também tive que reduzir seriamente um dos meus doces favoritos: donuts. Isso foi difícil, mas eu dou uma escapada às vezes. Tudo com moderação!

O sucesso de Wonder Women (Mulher-Maravilha) é prova de que há muito espaço para mulheres no campo dos super-heróis. Você quer trazer a Supergirl para o cinema?

Minha iteração em Supergirl tem sua casa no Universo da TV DC e não sei se ela se encaixa no tom e no molde do universo dos filmes da DC. Isso não significa que eu não gostaria de ver a Supergirl na Liga da Justiça ao lado da Mulher Maravilha. Na verdade, acho que isso seria incrível! Parte da diversão do gênero é que muitas pessoas podem tentar ter sua vez em retratar esses personagens e suas próprias interpretações de várias formas.

Com dois programas de televisão de sucesso em sua carreira, você está em ‘Waco’ da Paramount Network. A mini-série analisa o impasse que durou 51 dias entre o governo federal e o Ramo Davidiano. Como foi sair da alegria das séries como Glee e Supergirl para uma natureza séria e complexa de Waco?

Waco foi novidade para mim, na qual nunca tinha interpretado uma pessoa real e muito menos alguém que viveu e morreu em circunstâncias tão únicas e tão trágicas. Há um peso nisso. Eu me senti como se eu quase tivesse que usar partes diferentes do meu cérebro e coração coletivamente do que normalmente fazia ao abordar um papel, a fim de racionalizar e entender o que Rachel Koresh pode ter sentido ou pensado ser uma seguidora Davidiana. As complexidades desta história eram muito intrincadas e todo o elenco conversava todos os dias sobre a natureza da história que contávamos.

Tanto você quanto Talyor Kitsch acrescentam um pouco de suspense e intriga ao impasse. Como você se preparou para o papel?

Procurei por tudo o que eu pude encontrar em primeira mão e fotos da Rachel e examinava. Não havia muito o que encontrar sobre ela e ela ainda é muito misteriosa para mim, então havia um monte de lacunas para preencher. Eu também li os livros de David Thibodeau e Gary Noesner e assisti aos documentários sobre o cerco.

A partir da cobertura de notícias em profundidade do impasse, a relação entre David e Rachel Koresh parecia fascinante e autêntica. Ela era uma esposa e mãe muito devota. Quão importante foi para você contar essa narrativa através do seu retrato de Rachel?

Cada relação que existia dentro das paredes do Monte Carmelo era importante, e todo o elenco sentiu a necessidade de retratá-los com respeito e integridade. O relacionamento de David e Rachel é fascinante na forma como parecia ser, uma equipe que juntos lideravam o Monte Carmelo. Ela tinha um certo poder lá, porque ela era sua primeira esposa, teve seu primeiro filho e ela pode ter sido uma das poucas mulheres que David realmente ouvia quando se tratava do bem-estar das mulheres e crianças. A vida que ela liderou como uma Davidiana era tudo o que ela conhecia e eu encontrei uma força silenciosa nela.

Por conta da natureza emocional e poderosa dessa polêmica controvérsia, há cenas, em especial, que são difíceis de filmar?

Todo o cerco era difícil de gravar, simplesmente porque a forma como todos nós sabíamos que iria acabar parecia mais perto cada vez mais quando estávamos em cada cena. De longe a cena mais difícil que tive que filmar foi durante o incêndio no último dia do cerco. Essa é uma experiência emocional que nunca sairá de mim.

O abuso e a negligência do governo federal em Waco foram atraentes em seu tempo. Você sente que existem alguns abusos de poder semelhantes atualmente?

Tenho certeza de que o abuso de poder no governo é algo constante, então eu não traria isso para um momento em específico, mas nossa administração atual parece exceder a quantidade de corrupção que estamos acostumados a ver como público. Em termos de semelhanças com Waco, a falta de visibilidade de tudo é bastante pungente para a atmosfera de hoje, bem como as comunicações erradas entre a população e as autoridades (ou a recusa completa em reconhecer os fatos) e essa divisão do que você acredita. Em 1993 e hoje há também uma exposição clara do governo obsessivo com a imagem do público através da mídia.

Depois de filmar Waco no Novo México, há alguma comida típica do local que você sente falta?

Existe uma incomparável ‘Sopa de Amor’ em um restaurante chamado Sazón, em Santa Fé, que eu amei. Outro ótimo local em que eu ia foi um “Da Fazenda para a Mesa” chamado Radish and Rye – eles têm um Whisky fantástico e um jardim incrível. Geralmente a comida mexicana em Santa Fé era deliciosa e eu sinto falta disso!

Supergirl parece esgotada fisicamente enquanto em Waco parece estar mentalmente e espiritualmente esgotado. Quais são as coisas você costuma fazer para relaxar após um longo dia de filmagem?

Ler é a minha maneira preferida de relaxar. Depois de trazer fisicamente uma história à vida em um palco ou um conjunto, sair de um mundo diferente onde eu simplesmente relaxar na minha imaginação, é um alívio. Nada também está fora dos limites. Eu leio qualquer coisa. Os banhos também são excelentes. Eu também adoro ouvir música clássica ou jazz depois de um longo dia – meus favoritos agora são a 6º Sinfonia de Beethoven, a Pastoral, os Concertos Brandenburg de Bach, Dave Brubeck e Charles Mingus.

Depois de mostrar seu alcance com uma característica dramática como em Waco, quais são alguns projetos que você gostaria de enfrentar?

Tenho sempre um certo carinho sobre voltar aos palcos. Eu com certeza adoraria fazer uma peça de Arthur Miller, Tennessee Williams ou Shakespeare, são meus favoritos. Sou também uma grande amante ou Chekov – isso seria um sonho.

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