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Arquivo de 'Melissa'



12.07.2018
postado por Camila e categorizado como Melissa, Uncategorized

Duas semanas atrás, eu estava do lado de fora do teatro Stephen Sondheim na 43rd Street entre a Broadway e a 6th Avenue em Nova York. Uma multidão de 500 pessoas se juntou na calçada para conseguir autógrafos da nova estrela de “Beautiful: The Carole King Musical”. Uma família passou por mim, uma mãe e sua filha adolescente, e quando elas se viraram para entender a causa da comoção, a adolescente gritou: “MÃE, É A SUPERGIRL!”
Sim, era ela. Também é a mulher que está interpretando Carole King na Broadway oito vezes por semana, Melissa Benoist. Conhecida por interpretar a prima do Superman na CW e pelo seu papel como estrela de Glee, onde a nativa de Littletown e graduada na Arapahoe High School cantou músicas como Wrecking Ball, New York State Of Mind, Diamonds Are A Girl’s Best Friend e outros hits. Beautiful marca sua estreia na Broadway, e eu tive o prazer de direcioná-la ao papel.
Eu não tinha conhecido a Melissa até nossos ensaios juntos, e eu sinceramente não sabia o que esperar. Seria ela uma pessoa “pés-no-chão” ou do tipo diva glamurosa? E como ela se adaptaria ao papel originado pela ganhadora do Tony Awards Jessie Mueller e seguido de outras atrizes incríveis?
Eu trabalho como Diretor Associado em Beautiful há dois anos, e quando não estou organizando estreias mundias de novas peças e musicais, estou trabalhando no teatro Stephen Sondheim dirigindo atores e atrizes aos papeis principais da Broadway. Eu também trabalhei com a West End Produções de Beautiful e encenei na versão japonesa. Então eu já trabalhei com atrizes ao redor de todo o mundo nesse papel, e cada vez é uma experiência diferente e única.

Mas eu fiquei surpreso com o quanto foi divertido trabalhar com a Melissa na sua estreia na Broadway. Nós nos conectamos instantaneamente. Alguns minutos após nosso primeiro ensaio, já estávamos compartilhando experiências de momentos em Denver.
Eu posso dizer, sem dúvidas, que Melissa — que está agendada para se apresentar até o dia 4 de agosto — é uma das pessoas mais “pés-no-chão” que eu já conheci e ela é exatamente tão encantadora quanto você pensa que ela é. Ela também é a mesma pessoa maravilhosa quando está ao redor de estrelas da TV (como ela estava na festa de sua estreia) ou quando está conversando com um fã que veio do centro-oeste apenas para vê-la.
Quando Melissa e eu nos sentamos para ler o roteiro pela primeira vez, eu fiquei imediatamente conquistado pelos seus instintos incríveis e sua curiosidade insaciável. Durante toda nossa primeira sessão, ela perguntava com avidez coisas sobre a história, a personagem, os relacionamentos e através de risadas e discussões, nós rapidamente conseguimos aperfeiçoar o tom do show. Diante dos meus olhos ela se transformou de Supergirl para Carole King.
É sempre um ótimo desafio pegar artistas únicos e trabalhar com eles em como encontrar a alma do personagem — um papel que deve honrar tanto o espírito da verdadeira Carole King, quanto a estética de um show teatral, brilhantemente criado pelo talentoso diretor (e meu amigo) Marc Bruni. Mas eu acho que a melhor parte sobre ser Diretor Associado é que Beautiful me permite buscar o melhor de cada ator com quem trabalho, para que o personagem seja unicamente deles mesmos. O diretor musical Jason Howland também faz isso maravilhosamente com as Caroles vocalmente, para que a audiência ouça, simultaneamente, a voz singular de cada atriz e ao mesmo tempo reconheça a entonação que caracteriza a Carole King.
Após minha sessões particulares com Melissa trabalhando no roteiro e na personagem, era a hora da encenação e coreografia. Nosso diretor de palco Peter Hanson ensinou os movimentos para a protagonista e nossa capitã da dança Sarah Sheppard mostrou a coreografia. Após Melissa conciliar a música e os diálogos com a encenação (que são muito complicados de fazer) e ter algumas sessões com alguns atores no palco, ela estava pronta para o “put-in”. O “put-in” é uma gíria do teatro que quer dizer um ensaio com todo o elenco e todos os elementos técnicos em seus lugares (luzes, movimentos de set automáticos etc.) mas sem a plateia.
Quando adicionamos todo o elenco no processo, toda a companhia respondeu rapidamente à energia calorosa de Melissa tanto no palco como fora dele. Eu fiquei particularmente impressionado com a química instantânea entre Melissa e Evan Todd (que interpreta o marido de Carole, Gerry Goffin). Foi ótimo poder ajustar momentos de suas respectivas performances para integrar a interpretação dos dois personagens e criar um casamento vivo no palco.
Após tudo isso, era hora de adicionar o ingrediente mais importante, a plateia. Na primeira performance os ingressos se esgotaram e o teatro estava lotado de uma audiência ansiosa; e eu admito que estava um pouco nervoso antes da hora de começar. Apesar de tudo, mesmo a Melissa já tendo conquistado a TV, essa era sua estreia na Broadway, e eu não deixava de pensar no que estaria passando pela sua cabeça no backstage. Antes de eu perceber, o show já havia começado e lá estava Melissa, passando por cima de todos os nervos e poderosamente interpretando a sutileza de cada momento e cada emoção, e maravilhosamente cantando as ótimas canções de Carole King, “Natural Woman,” “Some Kind of Wonderful,” “I Feel The Earth Move” e muitas outras.
Claramente seus dias de palco em Denver e seu treinamento teatral a deram uma ótima e forte base, e na sua estreia na Broadway ela parecia ser uma veterana.
Durante os períodos de ensaio nós nos encontrávamos regularmente para discutir o papel e algumas cenas, e ela absorvia todas as informações. Ela ama os detalhes e a peculiaridade de cada momento da mesma maneira que eu e, a cada ensaio, o papel (ironicamente) se tornava cada vez mais dela e cada vez mais uma manifestação da Carole.
No dia de sua estreia, a alegria radiante de ambas as partes do teatro era evidente. O elenco no palco e audiência de frente a eles a amavam igualmente. Ela interpreta a Carole com prazer, trazendo um brilho jovem ao primeiro ato e entregando todo seu poder e compostura no segundo.
Como deve estar abundantemente claro agora, o papel de Carole King se encaixa à Melissa perfeitamente. Ela canta com vontade todas as músicas e sua performance é segura, natural e entusiasmante. Enquanto eu permanecia em pé do lado de fora do teatro vendo a multidão tomar a rua em frente à porta pelo seu autógrafo, eu tive certeza que esse era apenas o primeiro de muitos momentos na Broadway para Melissa Benoist.

07.05.2018
postado por benoistbr e categorizado como Artigos, Eventos, Melissa

Melissa Benoist, que atualmente é a protagonista da série “Supergirl”, será Carole King no musical ‘Beautiful: The Carole King Musical’ ela começará as apresentações em 7 de junho e terminará em 4 de agosto.

“A música de Carole foi sempre um dos pilares da minha vida familiar, assim como foi para muitas outras pessoas. Será uma honra e um prazer cantar sua música e retratar sua inspiração contagiante para o público todas as noites.”, disse Benoist para o site Vulture.

O musical, com direção de Marc Bruni e coreografia de Josh Prince, está em seu quinto ano no Teatro Stephen Sondheim e também conta com uma turnê nacional dos EUA, além de produções no Japão, Austrália e uma turnê no Reino Unido. O show de West End terminou recentemente.

07.02.2018
postado por milene e categorizado como Entrevistas, Melissa, Supergirl, Waco

Então, uma super-heroína entra em um bar. De início isso soa como uma piada brega mas é um pouco engraçado, afinal, neste caso, é como nós conhecemos a estrela de Supergirl, Melissa Benoist. Basta substituir a palavra “bar” por Toro NYC (Nome de um bar em NY). E faça balanço sobre o fato de que, enquanto esperávamos que todos chegassem, a atriz fazia as palavras cruzadas do dia enquanto observava tudo ao redor em uma poderosa roupa de couro toda de preto.

Ainda assim, não é exatamente justo “apenas” se referir a ela por seu papel na série CW (mesmo que ela tenha chego parecendo bastante como uma super-heroína). Ela também tem muitos outros grandes créditos, incluindo Glee em seus dias passados e a mais recentemente mini-série da Paramount Network ‘Waco‘, que é transmitida nas noites de quarta-feira e conta a história do cerco dos anos 90 envolvendo uma culto religioso. Nós conversamos com Melissa sobre por que ela estava intrigada, no começo, com esse papel, sua luta com a ansiedade e seu super poder da vida real (o que pode realmente superar tudo que já vimos na TV).

Você pode me falar sobre sua nova mini-série, Waco?

Eu tinha cinco anos e lembro sobre este cerco estar nos noticiários. Foram 51 dias entre o ATF, o FBI e o Ramo Davidiano, que as pessoas rotulavam de culto religioso. Seu líder, David Koresh, era esse homem manipulador, carismático e megalômano que reinterpretou o Livro do Apocalipse – que é sobre o fim dos tempos, fogo e enxofre, material de leitura realmente leve. Eu interpreto sua primeira esposa, com quem ele se casou quando tinha 14 anos. Ele disse que Deus lhe disse que tinha que se casar com ela e ele a pegou fora da igreja e partiram no meio da noite. Ela foi a primeira de talvez, 12 esposas? O que aconteceu com o cerco, no final das contas – porque o Ramo Davidiano tinha armas de fogo – foi que todos que estavam na casa foram queimados e 79 pessoas morreram, incluindo mais de 20 crianças menores de 15 anos. Foi uma tragédia que ninguém realmente sabia sobre nos anos 90, porque a mídia retratada era uma coisa, o FBI e o governo outra – há muito sobre o qual ninguém sabia a verdade. Então, espero que este projeto leve as pessoas a verem que sempre há mais do que vê, a compaixão é realmente importante e nada é preto e branco.

O que fez você querer se assinar com este projeto?

Inicialmente fiquei atraída pela palavra “culto”, porque sempre fui realmente fascinada – acho que todos nós somos. Todos nós imaginamos como você pode se envolver em algo que parece tão extremo, sabe? Eu assisti a todos os documentários da Cientologia e visitei a Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, eu sempre estou interessada nesses valores extremos da sociedade. Então, em uma das primeiras audições, tive que interpretar Rachel Koresh. Vi uma foto dela e não pude ignorá-la. Ela era tão forte e estoica e imaginar o que essa mulher passou foi realmente o que me fez querer contar sua história.

E então temos a Supergirl! Quando se trata de decisões cotidianas, às vezes você pensa em sua personagem e o que ela faria?

Não necessariamente, porque acho que ela vive por um código moral e ideais que são inalcançáveis. Ela é tão otimista e eu simplesmente não posso ser isso o tempo todo. Mas muita da força para desempenhar essa parte se encaixa em meu cotidiano, de maneiras que eu nem percebo. Eu não era calma, antes do trabalho, mas certamente não era de criar atritos e isso se dissolveu e desapareceu. Eu também sinto que esse trabalho realmente me deu um impulso para me defender de maneiras que eu nunca teria tido a coragem de fazer antes.

Você tem sido bastante aberta sobre sua ansiedade e transtornos mentais em geral. Como você encontra o equilíbrio com isso, sendo uma pessoa pública?

Isso é algo que eu ainda não sei como lidar ainda, porque sou introvertida de uma maneira extrovertida. A ansiedade está em dias como hoje, quando estou na correria fazendo conferência de imprensa, falando como Melissa e não como uma personagem. Às vezes me faltam palavras e eu meio que fecho de volta minha concha, e esse aperto no peito está sempre lá. Mas é bom ter um pouco de medo e se forçar a sair para fora de sua zona de conforto. Dito isto, estar naquela posição pública onde as pessoas estão olhando para você, você tem que ser corajoso e destemido para se colocar para o lado assim, a menos que você seja o tipo de pessoa que gosta disso. E também conheço pessoas assim.

Você é caseira também?

Eu sou um ermitã. O dia dos meus sonhos seria acordar com calma, fazer palavras cruzadas no meu café da manhã, fazer um suco verde ou um smoothie e ficar em casa o dia todo. Teve dias em que eu listei todas as coisas que eu precisava, incluindo controles do Nintendo Switch que acabei de comprar. Então, meu mensageiro teve que ir ao GameStop e me comprar um controle do Nintendo Switch, porque simplesmente não conseguia sair do sofá.

Qual o seu superpoder na vida real?

Eu não sei se eu sou muito boa em alguma coisa (risos). Eu acho que sou muito boa no Mario Kart. Mas esse não é um superpoder. Eu leio rápido? Eu poderia ser… eu falo com cães. Os cães gostam muito de mim. Talvez nem todos os cães, mas todos os cães que tive o prazer de conhecer um pouco melhor do que apenas acariciá-los na rua.

Fonte: Covertour

25.01.2018
postado por milene e categorizado como Entrevistas, Melissa

Waco, a minissérie de televisão da Paramount Network – em seis episódios – conta a história de David Koresh (brilhantemente interpretado por Taylor Kitsch), o Branch Davidians e a sua suspensão de 51 dias que resultou na morte de quase 80 homens, mulheres e crianças. A imprudência do governo, o fanatismo religioso, as teorias de conspiração e os encobrimentos, mudaram as águas quando se tratou de entender o que realmente aconteceu no Monte Carmelo em Waco, Texas, entre uma pequena comunidade religiosa, a ATF (Departamento de Tabaco e Armas de Fogo) e o FBI. Dos criadores John e Drew Dowdle, a série estrelará com Michael Shannon, John Leguizamo, Melissa Benoist, Paul Sparks, Julia Garner, Shea Whigham, Andrea Riseborough, Rory Culkin e Camryn Manheim, entre outros.

Enquanto estava na apresentação da conferencia de imprensa da Rede Paramount no TCA, a Collider teve a oportunidade de conversar com Melissa Benoist sobre o apelo de Waco, do por que ela queria interpretar Rachel Koresh, como ela se aproximou de alguém (da personagem) que nem sempre foi fácil de entender, os maiores desafios deste projeto, o que ela espera que as pessoas retirem dessa história e como é provável que volte ao espaço de mergulhando de cabeça em Supergirl.

Se você estava procurando uma personagem diferente de Supergirl, não consigo imaginar que você possa encontrar uma muito diferente da esposa de David Koresh.

Isso é verdade!

Qual foi a atração por fazer esse papel?

Certamente foi parte de ter sido atraída. Inicialmente, fiquei fascinada pelos Davidians. Isso realmente não se aplica a Rachel Koresh porque ela nasceu na igreja e isso foi tudo o que ela conheceu, mas fiquei fascinada com a psicologia de como as pessoas chegam a esse lugar – um lugar como o Monte Carmelo e uma tribuna do FBI – por 51 dias. Essa foi a atração inicial. Claro, cada ator quer desempenhar tantos papéis na escala Richter quanto possível, e Rachel Koresh certamente é muito diferente da Supergirl, mas ela compartilha muito da força que a Supergirl tem.

Apenas não o mesmo nível de positividade.

Não é?! Ela não se trata sobre a verdade, a justiça e o jeito Americano.

Rachel Koresh era uma mulher que você achou capaz de entender? Tanto quanto suas motivações e o por que ela estava ok com certas coisas que estavam acontecendo.

Uma parte do meu trabalho, quando estou interpretando uma personagem e abordando o papel, é racionalizar e não julgar, seja o que for. Mesmo que houvesse coisas que eu não concordaria ou não conseguiria compreender, o que foi uma grande parte dessa história, porque é tão complicado e muito daquilo é uma área nebulosa. Ainda assim me aproximei de Rachel com mente aberta e um coração empático . Não há outra maneira de contar sua história. O que ela passou foi muito trágico. Além disso, a atmosfera no set era muito de uma comunidade. Nós realmente gostamos de moldar este mundo e contar esta história com sinceridade, sobre o que aconteceu no Monte Carmelo, dentro do prédio que todos viram tanto nos noticiários. Isso se tratou simplesmente em nos permitir fluir e ser livre para contar a história dessas pessoas.

Isso é realmente importante porque, até agora, só conseguimos ver essas pessoas como vilões.

Eles só foram condenados e sua narrativa é muito importante para mim. Para todos os efeitos, deixando Koresh de lado, porque o que ele fazia era errado e havia muitas coisas sobre ele que não eram aceitáveis, as pessoas naquele composto eram apenas pessoas e muitos deles eram pessoas muito boas. Eles cuidaram um dos outros. Eles estavam tão isolados e separados, e eles estabeleceram em sua própria pequena sociedade regras de como viver e isso funcionou para elas. Essa é uma história importante para se contar quando algo está tão ruim. Se você concorda com cada método de seu modo de vida, o que eu experimentei ao estar em torno de uma comunidade de pessoas, que foram todos muito cuidadosos sobre a forma de como contamos a história e fizemos muitas pesquisas, era que havia apenas muito amor lá. O que eles tiraram, principalmente da Bíblia, foi de como ser uma boa pessoa e como tratar bem as outras pessoas também. O que eles estavam fazendo é o que eles achavam que estava certo. Eles achavam que o resto do mundo estava vivendo do jeito errado.

Quais foram os maiores desafios para você, ao interpretar Rachel Koresh?

Alguns dos maiores desafios foram preencher muitas lacunas porque não havia muita informação tangível para eu me basear no desenvolvimento da personagem. Ela estava em muitas fotos com David, sempre no fundo e sempre segurando uma criança. Há alguns relatos de que ela estava por perto, mas, para todos os efeitos, ela era uma espécie de mistério para mim, então isso foi difícil. Eu tinha realmente que sentir muito disso, vestir as roupas, estar no prédio e estar ao redor de Taylor Kitsch, que sofreu uma enorme transformação física. Ele perdeu muito peso, deixou o cabelo crescer e usou esses óculos aviador. Além disso, o desafio era que o assunto é muito pesado. Passando três meses com essas pessoas, o fim foi realmente difícil e é algo que vou levar comigo para sempre. Eu acho que é algo que eu nunca irei estremecer.

Foi bom ter Supergirl de volta depois de uma experiência como essa?

Foi tão estranho voltar para Supergirl. Foi uma mudança perturbadora. Dentro de uma semana, eu estava lutando contra vilões e fazendo as coisas irônicas dos quadrinhos. Eu estava com a cabeça em um estado tão diferente, então foi uma grande transição, com certeza.

Foi mais desafiante voltar a interpretar Supergirl do que era Rachel Koresh?

Sim, absolutamente! Supergirl já me era familiar, então eu sabia no que estava trabalhando. Mas onde eu tinha finalizado em Waco estava profundamente emocional e triste, então definitivamente foi mais difícil voltar para Supergirl.

Havia desafios na sua agenda entre as filmagens de Waco e Supergirl?

Sim, houve muitos desafios logísticos. Havia uma quantidade limitada de tempo e, de alguma forma, se encaixava. Eu tive sorte que funcionou da maneira que aconteceu. Foi uma experiência completamente diferente de se saborear e preencher meu tempo, por assim dizer.

Uma vez que há tanto que não sabemos sobre essas pessoas ou o que realmente aconteceu durante a suspensão, o que você espera que as pessoas tirem de aprendizado ao ver quem eram essas pessoas?

O que eu espero que aconteça é que as pessoas a observem com uma mente mais aberta e também um coração aberto, quaisquer que sejam suas idéias preconcebidas sobre esta história ou evento. Vivemos em um mundo que se sente muito divisivo neste momento e sempre há muito mais do que atende aos olhos. Eu acho que essa é uma história tão trágica e espero que as pessoas possam obter uma imagem melhor das coisas que não são tão em “preto e branco”. É uma área cinza e maciça, onde a história se move constantemente.

O que você gostou sobre Rachel Koresh?

Ela era tão icônica, pelo menos da maneira que eu escolhi para interpretar com ela. Ela não é muito de falar nessa série, mas suas ações falam alto. O que eu gostei sobre ela foi que em seu relacionamento com David Koresh, um dos sobreviventes do fogo – David Thibodeau – estava lá todos os dias e ele disse que ela era uma das únicas pessoas que David realmente ouvia, mas acho que ela apenas fez isso dentro de quatro paredes. Ela era extremamente forte e esteve por lá a vida toda. Eu acho que ela teve muito poder e o segurou internamente, ela teve muito orgulho. Eu realmente a respeitei. Eu acho que ela era uma mulher que conhecia seu propósito ou sentiu que sabia e realmente se comprometeu com isso.

Você teve dificuldade, como Rachel, em reconciliar se poderia se dedicar ao amor que ela tinha por David, mas ainda estar de acordo de ele ter filhos com todas essas outras mulheres?

Não tive problemas, mas achei fascinante. Rachel teve um sonho de que David deveria se casar com sua irmã mais nova, o que ele acabou fazendo. Foi seu pedido para Deus que sua irmã mais nova se casasse com seu marido e tivesse filhos com ele. Não sei como conciliar isso e não sei como realmente sentir. Eu nunca irei. Esse foi outro desafio nisso. Há tantas coisas que não sabemos e há tantas coisas que nunca vamos saber tragicamente porque morreram do jeito que aconteceu. Houve muita coisa que eu não sei como entender. Tudo o que posso fazer é o respeito de que essa era a vida dela. Ela era muito enigmática. O ciúme é uma emoção humana, independentemente de você ser um seguidor Davidian ou se você é quem quer que seja fora da sociedade. Ela tinha que ter sentido isso, especialmente quando era sua irmã. Isso não poderia ter um sentido normal, embora essa fosse sua realidade. Eu não sabia se algum deles, por dentro, já havia começado a duvidar de Koresh durante o cerco, mas eu sabia que Rachel teria sentido uma paixão intensa por proteger seus filhos. Isso também é algo que exploramos foi muito doloroso.

Sem ser especificamente político ou religioso, quando você faz um projeto como este e conta uma história como essa, isso faz você olhar a política, o governo e os religiosos de forma diferente?

Absolutamente! Durante as filmagem, tivemos debates constantemente, mas algumas conversas eram sobre simpatia e como essas pessoas não eram pessoas ruins e de como elas não eram cultos. Eles foram muito mal representados. Foi surpreendente o quanto minha perspectiva mudou e de como as coisas em que eles acreditavam, pensavam e sentiram começaram a parecer racionais, mesmo que não fossem. Quando estávamos nesse momento, cercado por seu modo de pensar, Taylor Kitsch nos dava sermões, não é que mudou completamente minha espiritualidade ou minhas posições políticas, mas certamente me deu uma nova perspectiva. Isso me deu uma maneira mais ampla de se aproximar das pessoas e ver sua humanidade, ou pelo menos tentar, mesmo quando eu não as entendo porque há muito disso agora.

22.12.2017
postado por milene e categorizado como Melissa

Melissa Benoist e Blake Jenner estão oficialmente divorciados. Os atores terminaram seu casamento de 4 anos de forma particular. Eles chegaram a um acordo de propriedade que eles não apresentaram o tribunal, mas disseram ao juiz que os problemas foram resolvidos e ambos estão satisfeitos com quem obtém o quê.

A atriz de Supergirl pediu o divórcio há quase um ano, citando diferenças irreconciliáveis. Eles não têm filhos, então não há problema de custódia ou apoio da criança.

Melissa, que é defendida pela advogada Melanie Mandles, agora tem seu nome de solteira restaurado, voltando a ser Melissa Benoist novamente.