Seja bem-vindo ao Melissa Benoist Brasil, sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Melissa Benoist, mais conhecida por interpretar a Supergirl na serie homônima. Aqui você encontrará informações sobre seus projetos, campanhas e muito mais, além de entrevistas traduzidas e uma galeria repleta de fotos. Navegue no menu acima e divirta-se com todo o nosso conteúdo. Esperamos que goste e volte sempre!

Melissa Benoist foi fotografada nesta terça-feira (24) pelas ruas de Paris junto com seu namorado, Chris Wood, após marcar presença no desfile da marca Dior, o qual abriu a Semana De Moda de Paris.

A marca inclusive agradeceu a presença de Benoist;
Dior: “Possuindo um talento que inclui atuar, cantar e dançar, a estrela de Supergirl @MelissaBenoist foi uma convidada perfeita da primeira fila na exibição da coleção Primavera – Verão 2019 da #MariaGraziaChiuri, detonando o romance de sua saia bordada florida com uma camiseta clássica nítida. #StarsinDior”

Confira a seguir as fotos em nossa galeria:

 

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Duas semanas atrás, eu estava do lado de fora do teatro Stephen Sondheim na 43rd Street entre a Broadway e a 6th Avenue em Nova York. Uma multidão de 500 pessoas se juntou na calçada para conseguir autógrafos da nova estrela de “Beautiful: The Carole King Musical”. Uma família passou por mim, uma mãe e sua filha adolescente, e quando elas se viraram para entender a causa da comoção, a adolescente gritou: “MÃE, É A SUPERGIRL!”
Sim, era ela. Também é a mulher que está interpretando Carole King na Broadway oito vezes por semana, Melissa Benoist. Conhecida por interpretar a prima do Superman na CW e pelo seu papel como estrela de Glee, onde a nativa de Littletown e graduada na Arapahoe High School cantou músicas como Wrecking Ball, New York State Of Mind, Diamonds Are A Girl’s Best Friend e outros hits. Beautiful marca sua estreia na Broadway, e eu tive o prazer de direcioná-la ao papel.
Eu não tinha conhecido a Melissa até nossos ensaios juntos, e eu sinceramente não sabia o que esperar. Seria ela uma pessoa “pés-no-chão” ou do tipo diva glamurosa? E como ela se adaptaria ao papel originado pela ganhadora do Tony Awards Jessie Mueller e seguido de outras atrizes incríveis?
Eu trabalho como Diretor Associado em Beautiful há dois anos, e quando não estou organizando estreias mundias de novas peças e musicais, estou trabalhando no teatro Stephen Sondheim dirigindo atores e atrizes aos papeis principais da Broadway. Eu também trabalhei com a West End Produções de Beautiful e encenei na versão japonesa. Então eu já trabalhei com atrizes ao redor de todo o mundo nesse papel, e cada vez é uma experiência diferente e única.

Mas eu fiquei surpreso com o quanto foi divertido trabalhar com a Melissa na sua estreia na Broadway. Nós nos conectamos instantaneamente. Alguns minutos após nosso primeiro ensaio, já estávamos compartilhando experiências de momentos em Denver.
Eu posso dizer, sem dúvidas, que Melissa — que está agendada para se apresentar até o dia 4 de agosto — é uma das pessoas mais “pés-no-chão” que eu já conheci e ela é exatamente tão encantadora quanto você pensa que ela é. Ela também é a mesma pessoa maravilhosa quando está ao redor de estrelas da TV (como ela estava na festa de sua estreia) ou quando está conversando com um fã que veio do centro-oeste apenas para vê-la.
Quando Melissa e eu nos sentamos para ler o roteiro pela primeira vez, eu fiquei imediatamente conquistado pelos seus instintos incríveis e sua curiosidade insaciável. Durante toda nossa primeira sessão, ela perguntava com avidez coisas sobre a história, a personagem, os relacionamentos e através de risadas e discussões, nós rapidamente conseguimos aperfeiçoar o tom do show. Diante dos meus olhos ela se transformou de Supergirl para Carole King.
É sempre um ótimo desafio pegar artistas únicos e trabalhar com eles em como encontrar a alma do personagem — um papel que deve honrar tanto o espírito da verdadeira Carole King, quanto a estética de um show teatral, brilhantemente criado pelo talentoso diretor (e meu amigo) Marc Bruni. Mas eu acho que a melhor parte sobre ser Diretor Associado é que Beautiful me permite buscar o melhor de cada ator com quem trabalho, para que o personagem seja unicamente deles mesmos. O diretor musical Jason Howland também faz isso maravilhosamente com as Caroles vocalmente, para que a audiência ouça, simultaneamente, a voz singular de cada atriz e ao mesmo tempo reconheça a entonação que caracteriza a Carole King.
Após minha sessões particulares com Melissa trabalhando no roteiro e na personagem, era a hora da encenação e coreografia. Nosso diretor de palco Peter Hanson ensinou os movimentos para a protagonista e nossa capitã da dança Sarah Sheppard mostrou a coreografia. Após Melissa conciliar a música e os diálogos com a encenação (que são muito complicados de fazer) e ter algumas sessões com alguns atores no palco, ela estava pronta para o “put-in”. O “put-in” é uma gíria do teatro que quer dizer um ensaio com todo o elenco e todos os elementos técnicos em seus lugares (luzes, movimentos de set automáticos etc.) mas sem a plateia.
Quando adicionamos todo o elenco no processo, toda a companhia respondeu rapidamente à energia calorosa de Melissa tanto no palco como fora dele. Eu fiquei particularmente impressionado com a química instantânea entre Melissa e Evan Todd (que interpreta o marido de Carole, Gerry Goffin). Foi ótimo poder ajustar momentos de suas respectivas performances para integrar a interpretação dos dois personagens e criar um casamento vivo no palco.
Após tudo isso, era hora de adicionar o ingrediente mais importante, a plateia. Na primeira performance os ingressos se esgotaram e o teatro estava lotado de uma audiência ansiosa; e eu admito que estava um pouco nervoso antes da hora de começar. Apesar de tudo, mesmo a Melissa já tendo conquistado a TV, essa era sua estreia na Broadway, e eu não deixava de pensar no que estaria passando pela sua cabeça no backstage. Antes de eu perceber, o show já havia começado e lá estava Melissa, passando por cima de todos os nervos e poderosamente interpretando a sutileza de cada momento e cada emoção, e maravilhosamente cantando as ótimas canções de Carole King, “Natural Woman,” “Some Kind of Wonderful,” “I Feel The Earth Move” e muitas outras.
Claramente seus dias de palco em Denver e seu treinamento teatral a deram uma ótima e forte base, e na sua estreia na Broadway ela parecia ser uma veterana.
Durante os períodos de ensaio nós nos encontrávamos regularmente para discutir o papel e algumas cenas, e ela absorvia todas as informações. Ela ama os detalhes e a peculiaridade de cada momento da mesma maneira que eu e, a cada ensaio, o papel (ironicamente) se tornava cada vez mais dela e cada vez mais uma manifestação da Carole.
No dia de sua estreia, a alegria radiante de ambas as partes do teatro era evidente. O elenco no palco e audiência de frente a eles a amavam igualmente. Ela interpreta a Carole com prazer, trazendo um brilho jovem ao primeiro ato e entregando todo seu poder e compostura no segundo.
Como deve estar abundantemente claro agora, o papel de Carole King se encaixa à Melissa perfeitamente. Ela canta com vontade todas as músicas e sua performance é segura, natural e entusiasmante. Enquanto eu permanecia em pé do lado de fora do teatro vendo a multidão tomar a rua em frente à porta pelo seu autógrafo, eu tive certeza que esse era apenas o primeiro de muitos momentos na Broadway para Melissa Benoist.

Melissa Benoist, que atualmente é a protagonista da série “Supergirl”, será Carole King no musical ‘Beautiful: The Carole King Musical’ ela começará as apresentações em 7 de junho e terminará em 4 de agosto.

“A música de Carole foi sempre um dos pilares da minha vida familiar, assim como foi para muitas outras pessoas. Será uma honra e um prazer cantar sua música e retratar sua inspiração contagiante para o público todas as noites.”, disse Benoist para o site Vulture.

O musical, com direção de Marc Bruni e coreografia de Josh Prince, está em seu quinto ano no Teatro Stephen Sondheim e também conta com uma turnê nacional dos EUA, além de produções no Japão, Austrália e uma turnê no Reino Unido. O show de West End terminou recentemente.

Então, uma super-heroína entra em um bar. De início isso soa como uma piada brega mas é um pouco engraçado, afinal, neste caso, é como nós conhecemos a estrela de Supergirl, Melissa Benoist. Basta substituir a palavra “bar” por Toro NYC (Nome de um bar em NY). E faça balanço sobre o fato de que, enquanto esperávamos que todos chegassem, a atriz fazia as palavras cruzadas do dia enquanto observava tudo ao redor em uma poderosa roupa de couro toda de preto.

Ainda assim, não é exatamente justo “apenas” se referir a ela por seu papel na série CW (mesmo que ela tenha chego parecendo bastante como uma super-heroína). Ela também tem muitos outros grandes créditos, incluindo Glee em seus dias passados e a mais recentemente mini-série da Paramount Network ‘Waco‘, que é transmitida nas noites de quarta-feira e conta a história do cerco dos anos 90 envolvendo uma culto religioso. Nós conversamos com Melissa sobre por que ela estava intrigada, no começo, com esse papel, sua luta com a ansiedade e seu super poder da vida real (o que pode realmente superar tudo que já vimos na TV).

Você pode me falar sobre sua nova mini-série, Waco?

Eu tinha cinco anos e lembro sobre este cerco estar nos noticiários. Foram 51 dias entre o ATF, o FBI e o Ramo Davidiano, que as pessoas rotulavam de culto religioso. Seu líder, David Koresh, era esse homem manipulador, carismático e megalômano que reinterpretou o Livro do Apocalipse – que é sobre o fim dos tempos, fogo e enxofre, material de leitura realmente leve. Eu interpreto sua primeira esposa, com quem ele se casou quando tinha 14 anos. Ele disse que Deus lhe disse que tinha que se casar com ela e ele a pegou fora da igreja e partiram no meio da noite. Ela foi a primeira de talvez, 12 esposas? O que aconteceu com o cerco, no final das contas – porque o Ramo Davidiano tinha armas de fogo – foi que todos que estavam na casa foram queimados e 79 pessoas morreram, incluindo mais de 20 crianças menores de 15 anos. Foi uma tragédia que ninguém realmente sabia sobre nos anos 90, porque a mídia retratada era uma coisa, o FBI e o governo outra – há muito sobre o qual ninguém sabia a verdade. Então, espero que este projeto leve as pessoas a verem que sempre há mais do que vê, a compaixão é realmente importante e nada é preto e branco.

O que fez você querer se assinar com este projeto?

Inicialmente fiquei atraída pela palavra “culto”, porque sempre fui realmente fascinada – acho que todos nós somos. Todos nós imaginamos como você pode se envolver em algo que parece tão extremo, sabe? Eu assisti a todos os documentários da Cientologia e visitei a Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, eu sempre estou interessada nesses valores extremos da sociedade. Então, em uma das primeiras audições, tive que interpretar Rachel Koresh. Vi uma foto dela e não pude ignorá-la. Ela era tão forte e estoica e imaginar o que essa mulher passou foi realmente o que me fez querer contar sua história.

E então temos a Supergirl! Quando se trata de decisões cotidianas, às vezes você pensa em sua personagem e o que ela faria?

Não necessariamente, porque acho que ela vive por um código moral e ideais que são inalcançáveis. Ela é tão otimista e eu simplesmente não posso ser isso o tempo todo. Mas muita da força para desempenhar essa parte se encaixa em meu cotidiano, de maneiras que eu nem percebo. Eu não era calma, antes do trabalho, mas certamente não era de criar atritos e isso se dissolveu e desapareceu. Eu também sinto que esse trabalho realmente me deu um impulso para me defender de maneiras que eu nunca teria tido a coragem de fazer antes.

Você tem sido bastante aberta sobre sua ansiedade e transtornos mentais em geral. Como você encontra o equilíbrio com isso, sendo uma pessoa pública?

Isso é algo que eu ainda não sei como lidar ainda, porque sou introvertida de uma maneira extrovertida. A ansiedade está em dias como hoje, quando estou na correria fazendo conferência de imprensa, falando como Melissa e não como uma personagem. Às vezes me faltam palavras e eu meio que fecho de volta minha concha, e esse aperto no peito está sempre lá. Mas é bom ter um pouco de medo e se forçar a sair para fora de sua zona de conforto. Dito isto, estar naquela posição pública onde as pessoas estão olhando para você, você tem que ser corajoso e destemido para se colocar para o lado assim, a menos que você seja o tipo de pessoa que gosta disso. E também conheço pessoas assim.

Você é caseira também?

Eu sou um ermitã. O dia dos meus sonhos seria acordar com calma, fazer palavras cruzadas no meu café da manhã, fazer um suco verde ou um smoothie e ficar em casa o dia todo. Teve dias em que eu listei todas as coisas que eu precisava, incluindo controles do Nintendo Switch que acabei de comprar. Então, meu mensageiro teve que ir ao GameStop e me comprar um controle do Nintendo Switch, porque simplesmente não conseguia sair do sofá.

Qual o seu superpoder na vida real?

Eu não sei se eu sou muito boa em alguma coisa (risos). Eu acho que sou muito boa no Mario Kart. Mas esse não é um superpoder. Eu leio rápido? Eu poderia ser… eu falo com cães. Os cães gostam muito de mim. Talvez nem todos os cães, mas todos os cães que tive o prazer de conhecer um pouco melhor do que apenas acariciá-los na rua.

Fonte: Covertour

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