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Arquivo de 'Entrevistas'



24.05.2017
postado por milene e categorizado como Entrevistas, Melissa, Supergirl

O site ComicBook entrevistou rapidamente Melissa durante o Red Carpet do CW Upfronts, confira:

No tapete vermelho na apresentação do CW’s upfronts semana passada, ComicBook.com aproveitou a oportunidade para perguntar a estrela da série Melissa Benoist cinco perguntas rápidas sobre o final de ontem a noite (22) e a temporada que virá no outono.

Já faz algum tempo desde que você se envolveu com a produção. Você ainda está animada para ver como vai ser a reação dos fãs para o final que vem esta semana?
Eu estou! Acho que é um grande final e há muita coisa acontecendo. Eu acho que as pessoas vão continuar em uma montanha-russa emocional com Kara, então eu peço desculpas a todos os fãs com antecedência.

Com Dean Cain, Teri Hatcher, Mon-El, e tudo o que foi lançado nesta temporada, como você acha que o ‘show’ poderá aumentar até a terceira temporada?
Toda vez que eu recebo um script, eu fico tipo “não há nenhuma maneira que possamos superar o que acabamos de fazer”, e então eu li o novo script e eu fiquei “como vamos fazer isso?” e nós fizemos. Então eu acho que vamos continuar ficando cada vez maiores. O escopo deste mundo é tão maciço que não podemos voltar atrás.

Como foi ter Calista Flockhart de volta para o final?
Eu senti muito a falta dela! Ter ela de volta fez com que eu me sentisse bem.

Nesta temporada tivemos um bom tempo desenvolvendo Kara como repórter. Você acha que agora ela está estabelecida e que vai deixar um pouco para trás, ou que isso vai continuar sendo um grande obstáculo?
Eu acho que deve continuar sendo um obstáculo. Uma parte da luta da Kara é equilibrar sendo um super-herói, sua carreira que ela se preocupa, sua vida amorosa e sua vida pessoal. Então, eu definitivamente acho que será um grande obstáculo que ela vai continuar a aperfeiçoar.

Se, como muitos fãs estão prevendo, Mon-El terá que deixar a série no final, você acha que isso iria bagunçar Kara tanto que ela não poderia namorar de novo imediatamente?
Eu não posso dizer, porque eu não sei o que está vindo na próxima temporada em termos de seus relacionamentos — mas acho que isso, o que ela tem com Mon-El, é diferente de tudo o que ela já teve no passado.

Fonte: Comicbook

13.05.2017
postado por milene e categorizado como Entrevistas, Supergirl

Spoiler Room é um quadro conhecido do site EW, onde pessoas mandam e-mails com perguntas sobre os próximos episódios de suas séries favoritas. E hoje eles falaram sobre o retorno de Cat e Superman em Supergirl, confira:

“Qual é a jogada do retorno de Cat Grant e Superman em Supergirl?”Rosie

R: Os dois irão desempenhar papéis importantes nos dois episódios finais. “Eu não quero provocar demais sobre como eles retornam porque tanto o retorno do Superman quanto o retorno da Cat são grandes surpresas; vocês ficarão chocados com as duas aparições e como isso acontece,” disse Andrew Kreisberg. Esta é a hora mais escura de Kara. É perfeito que ela tenha tanto Superman e Cat, que são grandes influências estabilizadoras em sua vida — Cat, que tende a ter um bom controle sobre o que Kara precisa, e Clark que lida muito bem com o que a Supergirl precisa. Ela precisa deles desesperadamente porque ela está enfrentando algumas decisões verdadeiramente horríveis para fazer no final e escolhas que afetam ela tanto como Kara e como Supergirl. Ter sua mãe e irmão adotivos lá para tomar essas decisões, é bom tê-las lá.”

Fonte: EW

24.04.2017
postado por milene e categorizado como Entrevistas, Supergirl

Confira na íntegra a entrevista de Katie McGrath para o TVLine, na qual ela fala sobre o futuro de sua personagem, Supercorp e o que a deixa orgulhosa na série:

“Sinto muito te deixar esperando! Mas eram filhotinhos de cachorro.”

Katie McGrath de Supergirl vem cambaleando pelos cantos em direção ao seu trailer, tendo feito alguns amigos peludos durante o processo de arrumar o cabelo e fazer a maquiagem. Para alguém tão enigmático tanto em cena (seria Lena tão diferente de Lex?) quanto fora dela (por que ninguém sabe sua data de aniversário?), a atris irlandesa é muito calorosa e hospitaleira, verdadeiramente ansiosa para fazer sua primeira entrevista depois de sua estréia na série no outono passado.

McGrath levou o TVLine num rápido tour em seu iPhone dos cachorrinhos que ela tinha acabado de brincar (acompanhado de alguns comentários sobre cultura canina), e depois sentou-se para um  confortável Perguntas & Respostas. Algumas semanas depois, ela estaria recebendo a promoção de manter-se regular para a terceira temporada, notícias que lhe trouxeram muita animação, considerção sua girl crush pela senhorita Luthor, detalhados abaixo.

Antes de tudo, conte-me sobre as gravações de hoje.

As gravações de hoje? Estamos no episódio 2.18, então é uma história com Rahul (Kohli) de iZombie. Ele interpreta Jack Spheer, que é um interesse romântico para moi.

Mas o Jack é ex da Lena, certo?

Sim, mas se há um ex, ainda existe [num gesto dramático com as mãos] algo no ar, sabe? Estávamos juntos por um tempo. Eu me sinto tão privilegiada por pensarem tanto na minha personagem que me deram um homem muito atraente para brincar em um episódio.

Parece um grande episódio para você.

E é, na verdade. O que é legal nisso é que você já está entendendo um pouco de toda a minha trama  como personagem. Não andam tendo muitas histórias para Lena além dela ser uma Luthor e das coisas relacionadas aos seus familiares.

Parece que sempre volta para a mãe dela.

Exatamente. Ou para o irmão dela… essas coisas todas. E isso é separado daquilo, o que é ótimo. Dá mais ideia sobre quem ela é como pessoa, ao invés de mostrá-la como parte daquela família.

Mas enquanto Lena está com Jack, Kara vai investigar um deles…? 

Houve o lançamento de alguma nova tecnologia que, para Kara, parece suspeito e estaria conectado com algo bastante covarde. Ela é encarregada de investigar isso, de um lado, porque jornalisticamente ela acha isso interessante. E por outro lado, ela tem que investigar porque ela está preocupada comigo como amiga dela. Então tem dois lados de uma mesma coisa.

Então você acha que Kara e Lena são amigas?

Elas são tipo melhores amigas.

É sério?

Sim! Sim! Veja bem, todo mundo tem uma ideia que… é sempre difícil interpretar uma personagem que todo mundo acha que sabe qual é o destino. As pessoas estão convencidas que ela seguirá os passos de Lex.

Eu não. Mas ambas parecem diferentes uma da outra.

Não, mas elas são assim como qualquer outra pessoa. Você nunca teve problemas com seus amigos? Mas eles sempre voltam pra você, sabe, existe um respeito mútuo de um para com o outro.

Como poderia a investigação da Kara tornar-se isso?

Eu não posso dizer o final. [Risos] Mas tivemos trabalhando em 18 episódios construindo a amizade das suas, e isso não será destruído em um episódio. Essa é uma das coisas que mais me deixa orgulhosa desta série, e eu não achei que daria nisso, porque quando eu entrei, era para apenas alguns episódios. E a amizade foi aos pouquinhos, bem verdadeiramente, eu acredito, construída com o passar da temporada. Demos duro nisso e estou feliz que elas tenham levado um tempo para chegar nisso, e manter isso.

Você estava falando como tudo sempre volta para a mãe da Lena ou para toda a coisa Luthor, mas teria algo maior para ser revelado? Teria Lena um esquema próprio que ninguém ainda percebeu? 

Acho que não. Acho que Lena é muito genuína. O que você vê é a verdade com ela. Ela está dando o seu melhor  honestamente, e é honestamente uma boa pessoa. Não que outras pessoas a tenham como problema, porque ela é a chefe da empresa, ela têm todos os outros relacionamentos que as pessoas podem manipular – como a mãe dela – e entrar nessas situação que… uma pessoa normal não entraria na cadeira por isso, sabe, Cadmus com armas de laser verde gigantes! Isso não acontece com pessoas que não são Luthors, mas é a maneira como Lena reage, que é diferente do restante da família, o que a torna tão interessante de ser interpretada. A gente acha que ela “será uma Luthor” em algumas situações, mas ela acaba por surpreender, o que eu acredito torná-la uma personagem interessante de assistir – e definitivamente interessante de interpretar.

Então, ao final da temporada ela não vai soltar uma risada maníaca e dizer “finalmente, Projeto Leviathan pode ser revelado!”?

Sabe, ela poderia! Eu ainda não li o final da temporada, então tudo é possível. [Risos] Ela poderia decidir se mudar para uma lua gigante feita de queijo. Nesse ponto, quem sabe!

Com quem mais você tem trabalhado além de Melissa?

Além de Melissa? Com Rahul. Tenho trabalhado com a Brenda [Strong], minha mãe, que é maravilhosa.

E alta.

[Acena com a cabeça] Deus. Mas é, tipo, perfeito, elegante em proporção. [Deslizando as mãos da cabeça aos pés] Ela é tipo uma dançarina. É inacreditável. E depois eu apareço como uma batata irlandesa toda, “Isso é demais. Eu com certeza não sou sua filha.”

Você andou trabalhando com Jeremy Jordan? Vocês dois têm cenas divertidas.

Não tenho trabalhado com ele desde o nosso encontrinho debaixo dos palcos. É engraçado porque eu pareço brincar com esses personagens, geralmente, que estão fora da história principal. A maior parte das minhas coisas é com a Melissa, o que é bem legal, e sempre parece ser algo real das personagens… Nós sentando conversando sobre coisas que são importantes…

E sempre são aprovadas no teste de Bechdel.

Sim! Exatamente. Aprovadas mesmo. São cenas de duas mulheres mesmo, entende? E isso é raro, geralmente, do que se vê na TV. Eu acho que é por isso que esse relacionamento tem a aten~çao de tantas pessoas – e por isso que eu amo interpretá-lo.

Falando de Kara e Lena, o que você acha de “Supercorp”? Você não anda pelo Twitter…

Não estou no Twitter, mas me contaram sobre.

Como uma pessoa que não está no Twitter sabe sobre isso?

Bom, Melissa me contaria, ou qualquer outro no set. Meu irmão já mencionou algumas vezes.

Você se lembra da primeira vez que ouviu isso, ou de quem foi?

De quem eu ouvi isso? Eu não poderia te dizer… Acho que foi Melissa, na verdade, a primeira que me contou sobre isso. Eu já interpretei algumas personagens que eram gays ou que já tiveram algumas interpretações gays, e para ser muito honesta, esta foi a primeira vez em que eu estava tipo, “Bom, esse papel não tem nenhum!” Você está rindo agora – quão inocente eu fui? E logo depois do primeiro episódio… Eu voltei e assisti e fiquei meio, “Ah, sim, eu consigo ver isso agora. Faz sentido para mim.”

No aniversário Buffy, eu li uma entrevista na qual Joss Whedon falou sobre pessoal que veriam lésbicas entre suas personagens femininas e sua primeira interpretação foi “Do que vocês estão falando?”. Mas quando ele parou para analisar, ele ficou todo “Ahhh, sim.”

É engraçado porque é tão óbvio quando você está encenando. Você, têm as personagens e de repente você percebe, “Ah, sim, eu sei o que vai acontecer.” E depois há momentos em que… e [com Lena/Kara] honestamente, nunca passou pela minha cabeça. Mas as respostas dos fãs te fazem voltar e você percebe, “Ah sim, eu vejo de onde isso veio.” Não me incomoda de jeito nenhum. Não foi a nossa intenção. É o que os escritores querem, e os diretores, e depois as pessoas interpretam tudo. Significa que nossas personagens não estão em apenas uma dimensão, elas funcionam em diversos níveis.

Você está aguçando a imaginação das pessoas. Você quer fazer isso com uma personagem.

Exatamente. Claro, faz você se sentir muito bem sabendo que está trabalhando muito bem.

Quem seria o seu sonho para interpretar Lex? Se Katie McGrath pudesse escolher qualquer um para interpretar Lex num episódio.

Um episódio? Bruce Willis, o careca mais maravilhoso e bonitão que já existiu.

Acabei de vê-lo no final de Fragmentado.

Certo? Ele não estava delicioso? Ele é delicioso. Seria um bom Lex.

Se pudesse aconselhar Lena, o que diria? 

“Continue fazendo o que está fazendo. Não pare. Não duvide de si nem por um segundo.” Ela é honesta, verdadeira com Kara, verdadeira com os amigos, está fazendo o seu melhor… Ela está tentando, mesmo com as pessoas pensando diferente dela, e todas essas expectativas que as pessoas têm, ela está desafiando todos.

Você está apaixonada pela Lena.

[Levantando uma sobrancelha] Você não?  [Risos] Só existe uma resposta para isso, e ela seria, “Sim, Lena é uma badass.” 

04.04.2017
postado por milene e categorizado como Entrevistas, Melissa

Albert Ching, do CBR, fez uma breve entrevista com Melissa na qual correlaciona a simbologia de Supergirl e o cenário político em que os estadunidenses se encontram. Confira a matéria da íntegra traduzida:

Em janeiro deste ano, milhares tomaram as ruas em diversas cidades ao redor do mundo para a Women’s March, que aconteceu no dia seguinte a inauguração presidencial de Donald Trump, como um ato de suporte sobre os muitos problemas que as mulheres encaram dentro da sociedade. Dentro de todos os cartazes expostos naquele dia, um dos mais memoráveis foi o da estrela de “Supergirl“, Melissa Benoist, e a mensagem que ela trouxe escrita e exibia orgulhosamente durante a caminhada em Washington D.C.: “Ei, Donald. Não tente agarrar a minha vagina – ela é feita de aço.”
O cartaz – uma referência ao altamente divulgado e condenado áudio de Donald Trump em 2005 para o Access Hollywood que surgiu durante sua campanha em 2016, no qual ele gabava-se ao dizer que sua fama lhe deu a permissão de “agarrar mulheres pela vagina” – ajudou ainda mais a Benoist ser identificada como uma voz forte para mulheres, muito além do seu famoso papel na série da CW inspirada nos quadrinhos da DC Comics. Como ela contou para o CBR no início deste mês no tapete vermelho em Hollywood, antes do seu painel na PaleyFest, o complicado desenrolar dos atuais fatos fizeram o seu papel ter um significado ainda mais importante.
“Definitivamente tornou-se mais importante para mim, especialmente naquele dia,” Benoist disse para o CBR. “Eu sempre tive uma sensação de responsabilidade para com jovens mulheres e meninas ao interpretar esse papel, e de ser uma boa influência, e representar força e coragem, e ‘fé, ajuda e compaixão’, que é o lema de Supergirl. Estar naquela caminhada acendeu essa chama em mim, digamos assim.”
Embora “Supergirl” permaneça firmemente emaranhada num cenário bastante ficcional – a presidente na série é Olivia Marsdin, interpretada por Lynda Carter – os episódios recentes lidaram com problemas do mundo real da sua maneira, principalmente os sobre a campanha de Cadmus para livrar a terra dos alienígenas, como um claro paralelo aos direitos de imigrantes.
“É uma espécie de espelho da vida real o que andamos fazendo com Cadmus e suas ideias aterrorizantes,” Benoist disse. “Eu tenho muito orgulho dos nossos escritores por fazerem isso. Espero que continuemos.”
Além disse, em seu papel-humano como Kara Danvers, Supergirl também é uma repórter, e Benoist tem conhecimento sobre a importância desse trabalho na era das fake news.
“Kara é jornalista, e a mídia agora é necessária para que honestidade e verdade aconteçam,” Benoist disse. “Então Kara está tendo uma grande parte nisso. Snapper Carr (Ian Gomez), também.”

21.03.2017
postado por milene e categorizado como Crossover, Entrevistas, Supergirl

Confira abaixo a matéria traduzida de Natalie Abrams para a Etertainment Weekly sobre os bastidores do crossover musical entre Supergirl e The Flash:

Darren Criss está cantando até ficar sem voz. Grant Gustin e Melissa Benoist estão sapateando. “É literalmente um episódio de Glee”, Gustin brinca. Não, o seriado da Fox não está de volta. A verdade é que o trio está apenas se reunindo pela primeira vez desde a época da série hit nomeada ao Emmy por ser um musical um tanto quanto diferente – e Criss pode finalmente conseguir sua vingança.

Seu personagem em Glee, Blaine Anderson, recebeu uma ‘raspadinha’ no rosto do personagem de Gustin, Sebastian Smythe, ainda em 2012. Porém, parece que agora as coisas mudaram com Criss assumindo o manto do vilão da DC Comics Music Meister no já anunciado crossover musical de Flash e Supergirl. “É engraçado que a última vez que eu tenha trabalhado com o Grant ele tenha sido o cara malvado cantando para mim, e agora eu sou o malvado cantando para ele,”Criss disse. Apesar de ser um diferente cenário, com as rápidas mudanças e preparação, Criss admite que tudo parece familiar. “É Glee,” ele diz.

 

No episódio de The Flash do dia 21 de março, Barry e Kara encontram-se presos dentro de um filme musical criado pelo Meister – uma hora que duram anos na produção. “Sempre falamos sobre fazer isso, desde o começo, mas era mais uma brincadeira,” contou o produtor executivo Andrew Kreisberg. Gustin, no entanto, logo ficou curioso. “Eu nunca nem pensei que isso seria real, então quando me contaram que era, eu fiquei tipo, ‘Como?!'”

Aqui está como: Conforme o Velocista Escalarte e a Garota de Aço experienciam confusões em seus relacionamentos interpessoais, eles são atingidos pelo Music Meister, um vilão sem bigode, porém manipulativo que faz as pessoas se envolverem em música. O personagem ficou famoso pela interpretação de Neil Patrick Harris na animação ‘Batman: The Brave and the Bold’. “Eu tenho feito uma carreira surpreendentemente decente de personagens que ficaram famosos por atores mirins,” brinca Criss, que também estava numa peça musical de Harry Potter.
“Eu não poderia estar mais feliz pela presença dele aqui,” celebra Benoist, cuja personagem Marley Rose em Glee era treinada por Blaine. “Ele está se saindo muito bem nesse papel. Ele trouxe uma energia tão diverdida, da mesma maneira que era em Glee.”

 

Tendo sido fãs de musicais quando crianças, a poderosa dupla de heróis acaba presa numa trama da época de ouro envolvendo gangues rivais cujos filhos se apaixonam – especula-se que muitos dos casais acabem se misturando. A única maneira de escapar? Seguir o script de Meister até o fim. Pode ser uma prisão para eles, mas o paraíso para Benoist. Considerando que ela nasceu na era errada, a atriz delicia-se no ambiente vintage sentada num set que seria uma boate da década de 40. “Não que eu não ame o traje de Supergirl, mas é tão bom interpretar a mesma personagem em um cenário completamente diferente,” ela diz. “Estou amando isso.”

Os alunos de Glee não são os únicos grandes nomes neste episódio. Em concordância com o filme favorito de Kara, O Mágico de Oz, todos os outros atores estão interpretando algum personagem de dentro deste filme, desde Jesse L. Martin, Victor Garber e John Barrowman como o dono de multidões rival do personagem de Jeremy Jordan, pianista de um clube, e Carlos Valdes, artista aspirante e garçom. A cereja do bolo fica apra a escolha do gênero do filme musical – West Side Story, Singing in the Rain, e Guys and Dolls estão entre as inspirações – a trama ainda conta com algumas músicas originais, incluindo “Runnin’ Home to You” da dupla vencedora do Oscar por La La Land, Benj Pasek e Justin Paul, e ainda o alegre e divertido dueto de Rachel Bloom “Super Friend.” “É uma música fofa e lembra muito o estilo de “Crazy Ex-Girlfriend,” Gustin diz.

 

“Fomos abordados pela Rachel Bloom, que conseguiu nosso contato e realmente queria nos escrever uma música,”Kreisberg explica. “E Greg [Berlanti] conhecia Pasek e Paul, então conversou com eles — não tínhamos nem assistido La La Land com eles, mas Greg era muito fã deles.”

 

O episódio ainda inclui vários covers, dentre eles o solo de Benoist“Moon River”, e uma performance de “Put a Little Love in Your Heart” de Jackie DeShannon que faz cidadãos da década de 40 se animar conforme Meister conduz Jordan, Valdes, e John Barrowman numa dança épica coreografada por Zachary Woodlee, também de Glee.“Algumas coisas são destinadas a acontecer,” diz Valdes sobre esses dois mundos – super heróis e musicais – colidindo. “Algumas coisas estão destinadas e escritas nas estrelas. Isso pareceu com um daqueles instantes no qual você sabe que algo vai acontecer.”
Jordan concorda: “Desde que anunciaram o cast do nosso programa – mais o cast de Flash e de outras tramas com tantas pessoais teatrais e musicais neles – era questão de tempo até que esses talentos fossem aproveitados para algo a mais.”

Todos os envolvidos têm um talento inquestionável para cantar, porém, Barrowman não tira vantagem pela peça de DeShannon: “Eu sou excepcionalmente confiante vocalmente, mas me mostraram a coreografia e eu não sou um ‘hip-hopper’, de jeito nenhum”, diz Barrowman, que pratica a dança no set entre as tomadas. “Eu entrei em pânico.” Mesmo assim, Barrowman estava determinado a se envolver assim que ficou sabendo do crossover. “Eu não sabia nada e depois basicamente disse ‘Acho que você seria tolo por não me colocar nisso, de verdade,'” ele diz. “Mas já estavam com isso planejado.”

Por outro lado, Gustin diz que estava animado em voltar aos seus sapatos de dança. “Mas do que nada, minha verdadeira vocação era o sapateado,” o ator conta. “Está sendo muito legal voltar para isso.” Benoist adiciona: “É engraçado como as coisas ficam na sua memória muscular. Foi divertido voltar a fazer isso e ver o seu corpo e pensar, ‘Olha, ainda lembramos como se faz isso.'”
Com todos no mesmo cômodo, Barrowman admite, “Eu sou meio fã, pra ser honesto”, disse enquanto explicava que assistia seus colegas em Glee e Smash. “Que nerd”, Jordan respondeu quando ficou sabendo. “Ele parece tão legal aqui por trás das câmeras, então não daria pra saber que ele era geek desse jeito.”
Além de Glee, o crossover marca uma união ainda maior já que Gustin e Chris Wood, de Supergirl – que, junto com o colega de elenco David Harewood, vai estar no crossover, mas não irão cantar – estudaram juntos na mesma escola, enquanto Criss conta que Valdes, Pasek e Paul também eram colegas de classe. “É um crossover tão sentimental em tantos sentidos,” Criss diz. “Todos os dias, em todas as cenas a minha mente está em êxtase. Eu nem acredito que estou aqui com Melissa Benoist e Carlos Valdes. ‘Como vocês se conhecem? Ah, certo, os dois são super heróis!'”
Curiosidade: Um outro colega de classe deles, Andy Mientus, já interpretou um vilão em The Flash, com Criss brincando que já era hora dele aparecer na série. “Eu estava me perguntando o motivo pelo qual todo mundo já apareceu no show, menos eu,” Criss diz enquanto ri. Kreisberg diz que Criss já estava destinado a interpretar esse papel. “Darren dá vida ao personagem. Não tenho certeza de como faríamos isso se Darren tivesse recusado, mas acabou sendo algo em que nós o queríamos e ele queria fazer parte. Foi destino.”

 

Se o crossover provar ser um sucesso, Kreisberg tem esperança para ainda uma sequência, e Criss seria exaltado para voltar para o mundo louco de super heróis cantores. Eu gostaria de ter escrito alguma das músicas,” brinca o ator e músico, que chegou no processo bastante tarde para fazê-lo. “Eu quero voltar, ainda não terminei – e aí terei minha verdadeira vingança!” É melhor tomar cuidado, Flash!