Seja bem-vindo ao Melissa Benoist Brasil, sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Melissa Benoist, mais conhecida por interpretar a Supergirl na serie homônima. Aqui você encontrará informações sobre seus projetos, campanhas e muito mais, além de entrevistas traduzidas e uma galeria repleta de fotos. Navegue no menu acima e divirta-se com todo o nosso conteúdo. Esperamos que goste e volte sempre!
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Arquivo de 'Entrevistas'



13.08.2018
postado por Paula e categorizado como Entrevistas

Melissa Benoist concedeu uma entrevista a rádio Sandyland para Sandra Bernhard no dia 12 de julho. Confira abaixo:

Sandra Bernhard: Você acorda toda manhã com um sorriso no rosto?
Melissa Benoist: Eu acordo, agora.
SB: Quando você começou com o papel de Carole King em Beautiful, que vai até o dia 4 de agosto, é muito impressionante, digo, eu vi com a atriz original e eu chorei por que eu cresci ouvindo e o primeiro disco que minha mãe comprou foi Tapestry.
MB: Sim, a minha mãe também!
SB: Sério?
MB: Ela tinha quatorze anos e foi o primeiro álbum que ela comprou com o próprio dinheiro.
SB: Minha mãe me levou a loja de discos, foi assim que aconteceu.
Você é muito jovem, você vai fazer 30 anos!

MB: Sim, vou fazer 30 anos esse ano em alguns meses.
SB: É uma grande coisa!
MB: É, eu estou animada em fazer 30 anos.
SB: Sim, por quê não?! É uma coisa boa, porque você tem vivido muitas experiências que tem te levado a esse momento.
MB: Sim, os meus 20 foram bem difíceis.
SB: São difíceis mesmo, eles têm que ser, é chamado de “retorno de Saturno”, já ouvir falar?
MB: Não.
SB: É entre 27 e 30 anos. Você aprende todas essas lições de vida que se você fazer certo te levará ao próximo nível. Obviamente, você fez certo, olhe para você. Você está estrelando em Beautiful na Broadway, em Supergirl em que a quarta temporada retorna no domingo 14 de outubro e você interpreta a Kara Zor-El.
MB: Eu amei o modo como você falou isso.
SB: Eu tinha uma amiga que era minha colega de quarto e nos vimos o filme do Superman e tinha o Jor-El.
MB: Sim, o pai dele se chamava Jor-El. Clark é, não consigo pensar sobre ele.
SB: Sem pressão. Eu gosto do Zor-El, é estranho.
MB: Sim, é estranho.
SB: Quando escreveram Supergirl, você sabe?
MB: Supergirl foi escrito nos anos 50, acho que foi 1954.
SB: Kal-El, não ache que eu não busquei isso na minha mente.
MB: Foi num tempo diferente, eu devia saber isso, mas ele começou mais cedo. Superman foi escrito nos anos 30, eu acho é Supergirl veio nos anos 50.
SB: Você sabe qual foi o conteúdo original politicamente do Superman? Por que tinha algo por trás como se fosse um anti-fashion.
MB: Eu acho que sim. Muitos quadrinhos dessa época tinham esse jeito de mostrar as pessoas mais fortes do que elas realmente eram.
SB: Certo, tem esse jeito e a gente passa por coisas diferentes e difíceis mas é diferente. Eu acho que eles eram mais unificadores agora eles estão se dividindo mais.
MB: Sim, eu concordo.
SB: Bem, você é uma pessoa nova e de onde você está sentada parece que tudo está tão triste. Especialmente do agora para o passado, sabe, 30 ou 40 anos atrás. Você pensa sobre isso?
MB: Eu penso sobre isso todos os dias. Eu tenho vontade de falar sobre essas coisas constantemente.
SB: Que bom.
MB: Eu na verdade, perguntei a minha avó, que viveu em meio a depressão e à segunda guerra mundial e meu avô lutou na guerra como soldado e eles odiavam guerra e eram muito pacifistas e meu avô não era necessariamente mau. Eu perguntei a minha avó o que ela achava sobre o que estava acontecendo e se ela achava qualquer semelhança do que acontecia nos anos 60 e 70 e ela falou que não, que era diferente de qualquer coisa que ela já sentiu porque nós tínhamos dignidade naquele tempo.
SB: Bingo, sua avó está certa. Não é culpa de ninguém.
MB: Yep.
SB: Mas você está trazendo dignidade para as telas e os palcos. Como é ir todos os dias para o Teatro Stephen Sondheim? Como é esse sentimento? É o seu primeiro show na Broadway?
MB: Sim, é minha estreia na Broadway!
SB: Ai, meu Deus!
MB: É algo que eu sempre quis fazer desde que eu me lembre.
SB: Você toca o piano?
MB: Eu toco o piano.
SB: Mas você não tem que tocar, você não toca de verdade, certo?
MB: Não, eu não consigo tocar como a Carole, não são muitas que conseguem.
SB: Mas você pode cantar, talvez eu consiga ir antes de você sair para eu poder te ver. Obviamente, você canta ao vivo.
MB: Sim, eu canto ao vivo na apresentação.
SB: Claro que você canta, é tão estupido, você não performa para atuar mal. Take 3, Melissa perdeu uma nota, é como acontece? Se você perder uma nota, você só continua.
MB: Isso.
SB: Você estudou a Carole? Por que ela tem um jeito tão específico de viver e de sentar no piano em geral. Você usa uma peruca, claro.
MB: Eu uso, eu uso algumas por que ela teve variações no estilo e eles são progressivamente livres, o que eu amo.
SB: Isso é um reflexo dela como pessoa.
MB: Sim, absolutamente.
SB: Eu acho que o cabelo sempre é um reflexo.
MB: Aham, totalmente. Mas eu já era familiar com a música dela por causa da minha mãe e sempre estava tocando na casa em que cresci. Mas para me preparar eu assistia vídeos e vídeos e só escutava as versões dela que eu iria cantar.
SB: Esperta. Não importa quem começou com o show (na Broadway), você deve fazer algo seu. Você viu a pessoa anterior a você terminar o show?
MB: Sim, eu vi.
SB: Quem era a pessoa antes de você?
MB: Chilina Kennedy. Ela é boa.
SB: Tenho certeza, todo mundo tem sido bom.
MB: Eu assisti ela, era parte do meu processo de ensaio assistir ela quantas vezes eu pudesse nos estandes ou no backstage e seguir ela.
SB: E tem dançarinos, mas Carole não dança.
MB: Não, Carole fica no piano.
SB: Bom, ela não tem que se mexer, fica mais no bloqueio, isso é sempre o melhor.
Você faz oito apresentações na semana.

MB: Oito apresentados na semana, e não é brincadeira.
SB: Como você cuida da sua voz?
MB: Eu tenho essas coisas estranhas, florais, pastilhas e loções.
SB: Me diga um que você use.
MB: Grether’s é o meu favorito. Eu tenho uma coisa chamada Fontus que é tipo locão de Aloe Vera.
SB: Onde você consegue?
MB: Eu encontro eles na internet.
SB: Eu tenho que comprar isso.
MB: Eles têm o sabor de Jolly Ranchers. Eles são deliciosos.
SB: E é de Aloe Vera?
MB: Aham.
SB: Eu preciso disso imediatamente. Anota pra mim isso Lise.
Porque eu uso loções Manuka.

MB: Esses também são bons.
SB: Mas fazendo isso e perfomando ao vivo e cantando também e quando você tem que viajar com o ar seco ou mesmo com o ar condicionado, então eu estou sempre procurando por novas coisas. Quais são os seus florais?
MB: Eu tenho tipo baga de sabugueiro, ulmeiro escorregadio. Eu faço isso e chá gelado para a garganta
SB: Aham, aí você toma tudo isso. Você sempre está tratando sua garganta.
MB: Constantemente.
SB: Você tem algum tipo de preparador no seu camarim?
MB: Sim, eu tenho tipo uma caneca que é uma coisa meio DIY que eu coloco água, menta, coisas de eucalipto e erva-doce, e, vai direto pra sua voz.
SB: Isso é muito bom. Onde você pega essas coisas?
MB: CBS ou em mercados, você pode conseguir.
SB: Ok, eu vou pegar isso também. Você também pega o seu próprio café na sua xícara chique o que é tão legal. Primeiro de tudo, todo mundo deveria estar fazendo isso agora, tomar uns minutos extras para pegar seu próprio café. Que tipo de café você gosta?
MB: É um café de origem única, eu acredito que seja de grãos etiopianos.
SB: Você mesma moe o café?
MB: Eu tenho um moedor, é as vezes eu moo na mão, dependendo se eu tenho tempo. Porque café é tão regional e se eu não tomar café e as minhas palavras cruzadas, eu faço as palavras cruzadas do The New York Times todos os dias, então não é meu dia.
SB: Você realmente tem o retorno de Saturno. Você faz as palavras cruzadas todos os dias?
MB: Sim, mas eu roubo, tipo nas sextas ou sábados eu sempre dou uma olhada.
SB: Não me importa se você trapaceia. O fato de você estar disposta o suficiente com 29 anos para fazer as palavras cruzadas. Altamente impressionante.
E você gasta muito tempo para você mesma?

MB: Sim, mas eu geralmente não estou sozinha.
SB: Você está solteira?
MB: Não.
SB: Com quem você está envolvida?
MB: O nome dele é Chris.
SB: Ele está aqui em Nova Iorque?
MB: Sim, ele é um escritor, então ele meio que pode estar em qualquer lugar.
SB: Que bom. Onde vocês se conheceram?
MB: Em Vancouver.
SB: No seu show? No set?
MB: Isso.
SB: E quantas meses você fica em Vancouver?
MB: Acho que uns 9 ou 10 meses. Eu sei é louco.
SB: Em quanto tempo você faz o show (Beautiful)? Uns três meses?
MB: Dois.
SB: Apenas dois?
MB: Sim.
SB: É muito trabalho para apenas dois meses!
MB: É, eu sei.
SB: Então você veio e estudou…
MB: Sim, nos fizemos os ensaios em duas semanas
SB: Inacreditável. E quando você volta para começar a gravar Supergirl?
MB: Na primeira semana de Agosto.
SB: Você vai voltar direto para gravar?
MB: Isso.
SB: Meu Deus, tire um tempinho de folga. Pobre Melissa Benoist. Eles estão te deixando louca. Algumas pessoas falam “eu sei que não posso perguntar a ela sobre isso”, algumas pessoas nem perguntam. Mas ela está tendo diversão, está interpretando Carole em Beautiful no musical de Carole King.

SB: Sandyland com a incrível Melissa Benoist que está se engajando na apresentação em Beautiful, o musical de Carole King até o dia 4 de agosto no Teatro Stephen Sondheim.
Eu amo que você esteja usando um penny loafer!

MB: Oh sim.
SB: Você é uma fofa, você também tem algumas tatuagens.
É uma bicicleta no seu pé?

MB: Sim, é uma bike.
SB: É muito fofo. Você também tem um lobo no seu pulso.
MB: Sim.
SB: Minha filha veio para casa depois do seu último ano de ensino médio com um monte de flores em seu bíceps e eu fiquei tipo, ‘ok’. Foi uma grande surpresa, mas eu meio que me acostumei com isso agora.
MB: Elas são bonitas?
S: Elas são. Ela e uma amiga, Shay Jolie.
MB: Que nome!
SB: Sim, elas duas decidiram e fizeram, o que, sei lá, é uma coisa que você aprende a gostar.
MB: Aham.
SB: E aqui você está com SandyLand e é muito bom ter você aqui.
Você também esteve em Waco, o que eu estou planejando assistir há um tempo. Você interpreta Rachel Koresh, certo?

MB: Sim, é a sua primeira esposa, primeira esposa de David Koresh.
SB: Você sobrevive?
MB: Não.
SB: Quantas esposas ele teve?
MB: Em torno de 10, eu acho que ele teve 12.
SB: Nossa.
MB: Ela foi a primeira, ela tinha 14 anos quando ele disse que Deus tinha lhe falado que ele devia casar com ela.
SB: Quantos anos ele tinha?
MB: Ele estava nos 20.
SB: É considerável.
MB: Sim.
SB: A propósito, eu amo o Taylor Kitsch. Era legal trabalhar com ele?
MB: Era muito legal trabalhar com ele. Aquele podia ser um set muito difícil de ficar com o material que era muito escuro e filmando quatro episódios do total de seis em meio ao cerco. Então…
SB: Ai meu Deus.
MB: Pois é. É por isso que eu não assisti, porque eu não quero…
SB: Não pode absorver isso.
MB: Não posso. Eu atuei lá e é isso. Mas Taylor era tão… Eu não sei como, mas ele fez uma influência para os jovens, é muito apoiadora e encorajadora.
SB: Friday Night Lights é um dos meus shows favoritos na televisão.
MB: Para mim também. Aquele show é brilhante.
SB: E a humanitariedade que ele trouxe para aquele personagem foi realmente impressionante.
MB: Sim, eu concordo.
SB: Quem não estava apaixonado por ele. Você nunca teve uma queda por Kitsch, não é?!
MB: Não, eu tive. Quando ele era Tim Riggings. (Risos). Quem nunca teve?!
SB: Ok, bom saber. Quem nunca?
MB: Sim, todas já tivemos.
SB: O mais fofo.
MB: Sim.
SB: Onde foi o seu lugar para se jogar na sua carreira?
MB: Eu acho que foi Glee. Eu estava fazendo alguns trabalhos curtos na época e eu meio que deixei a universidade para as audições.
SB: Onde era sua universidade?
MB: Era uma escola pequena no território do Upper East Side em Manhattan. Eu sempre fico surpresa das pessoas conhecerem porque era parecido com o meu colégio do ensino médio, mas eu amei. Eu amei estar em Nova Iorque, nessa comunidade pequena em uma cidade enorme.
SB: Você veio de Colorado?
MB: Isso.
SB: E você veio apenas para ir para a faculdade?
MB: Sim.
SB: Você sabia que queria seguir em atuação?
MB: Sim, esse era o meu pensamento maior em teatro, atuar.
SB: Então fez audição para Glee muitas vezes?
MB: Sim, eu tive algumas audições e eles fizeram o casting por meio de uma companhia de teatro, e eu cantava um monte de musicas estranhas, então eles continuavam me chamando e pediam para eu cantar uma música diferente.
SB: Que tipo de musicas você cantava?
MB: Eu cantava musicas dos Blues Traveler e Indigo Girls, é estranho.
SB: Não é estranho, eu amo isso.
MB: É que eu não acho que tivesse outra pessoa que iria cantar isso.
SB: Bom para você.
MB: Eles pensavam tipo, “ela precisa cantar mais Sara Bareilles ou Colbie Caillat ou algo assim. Então eu acabei cantando músicas assim.
SB: Mais acessíveis.
MB: Isso, mais relevantes e modernas.
SB: Nós não gostamos de musicas modernas.
MB: Eu sei.
SB: Nós gostamos de musicas velhas e autênticas.
MB: Sim, tipo eu cantei For Long Blondes.
SB: Que bom pra você.
MB: Porque esse é o tipo de musica que eu gosto de cantar.
SB: Faz sentido. Você já cantou como artista solo?
MB: Não, eu não cantei.
SB: Você já gravou alguma coisa?
MB: Não e você sabe que eu nunca pensei nisso porque cantar me traz muita ansiedade.
SB: Por que?
MB: Eu simplesmente não fico confortável, eu coloco muita pressão em cima de eu mesma. Como você disse, se você perder uma nota enquanto canta ao vivo, você deve continuar com o show. Mas se acontece isso comigo, eu fico muito abatida.
SB: Nós todos ficamos assim.
MB: Eu sei.
SB: É o jeito normal de ficar enquanto se apresenta ao vivo, sabe. Como se as pessoas ficassem “ela errou o caminho”, mas é só um pedaço de papel. É como pegar uma pequena opinião no meio de tantas outras grandes, aí você para e pensa, eu não preciso viver dessa maneira.
MB: Essa é uma analogia muito boa.
SB: Sim, eu acabei de pensar nisso e me perguntei o por quê.
Você está me inspirando. Melissa Benoist está inspirando todo mundo no Sandyland e logo ela terá que deixar Nova Iorque e voltar para Vancouver.
Eu estive lá muitas e muitas vezes para gravar coisas diferentes e as vezes eu volto porque é simplesmente lindo.

MB: É realmente muito bonito.
SB: Como é pra você ficar lá? Porque você provavelmente deve trabalhar a maior parte do tempo.
MB: Sim, nesse tempo eu pude explorar mais da cultura de lá, a comida é muito boa. Tem muitas fusões, influências asiáticas, chinesas e japonesas com comidas norte americanas são tão interessantes. Tem um restaurante japonês e italiano que tem umas das melhores refeições que eu já tive.
SB: Faz um tempo desde que eu estive lá, talvez as coisas tenham mudado com relação aos restaurantes.
MB: Com a comida, sim, é tudo novo.
SB: É uma revolução.
MB: A cidade ainda está crescendo, você pode sentir isso quando está em Vancouver, não é uma cidade que está estabilizada.
SB: Você tem um apartamento lá?
MB: Sim, eu tenho.
SB: Isso é bom, você pode ir qualquer hora e tem onde ficar, não precisa ficar se instalando em outros lugares cada hora, isso é importante.
MB: Yep.
SB: E o seu namorado é de lá?
MB: Sim.
SB: Então tem meio que uma âncora, porque você vai para casa depois de um longo dia de trabalho que é muito tempo. Quantas horas você gasta no trabalho?
MB: Em torno de quinze/dezesseis horas.
SB: Muita produção de cabelo e maquiagem?
MB: Sim, muito cabelo e maquiagem e o meu traje é bem elaborado. Nos fazemos muitos estandes, o que leva muito tempo.
SB: Então você meio que tem que estar lá quando alguém te chama, aí você grava duas vezes e tem que fazer como se estivesse realmente fazendo aquilo na tela.
MB: Isso.
SB: Isso deve ser frustrante.
MB: Tem alguns dias onde eu necessariamente não sinto que estou atuando porque eu dou um soco e digo uma fala, mas quando você vê o produto final, é bem legal e você sabe, é uma parte que está envolvido.
SB: Quem é você quando não está interpretando Supergirl? O que você faz no show?
MB: Ela tem um alter ego semelhante ao Clark Kent.
SB: Ok.
MB: Onde ela é uma repórter investigadora e o nome dela é Kara Danvers.
SB: Certo. Você também fez Whiplash, o que eu esqueci. Aquele foi um filme bom.
MB: Eu amei trabalhar naquele filme.
SB: Eu aposto que sim. Muito excelente.
MB: Foi muito divertido. Muito colaborativo e envolvente. J.K. foi meio inspirador para assistir.
SB: Ele é mau.
MB: Sim, ele é muito mau naquele filme.
SB: Bom, você está num papel importante e está em todos os lugares. Eu espero que possa ver você em Beautiful, voltar para ver
.
MB: Eu iria amar se você fosse.
SB: Obrigada.
MB: Seria muito divertido.
SB: Eu vou te mandar um sinal de fumaça para você saber.
Melissa Benoist estrelando na Broadway em Beautiful, essa é a sua estreia e você poder assistir às temporadas de Supergirl e a todas as coisas que ela está fazendo. Muito obrigada por ter vindo, você é muito inspiradora e calma, o que é impressionante para qualquer um.

Confira as fotos em nossa galeria:

INICIO > APARIÇÕES E EVENTOS – APPEARANCES AND EVENTS > 2018 > 12.07 – VISITS SIRIUSXM STUDIOS IN NEW YORK

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Fonte: Sandyland RadioAndy

07.08.2018
postado por Paula e categorizado como Entrevistas

Melissa Benoist está bem ciente que as garotas jovens estão vendo cada movimento. Por isso ela está tomando precauções extras para ter certeza ela está mostrando a mensagem certa.

“Todo dia que eu vou para o trabalho eu penso no meu público e no que estamos dizendo a eles”, Benoist disse a ABC News. “E é pelas garotas jovens por quem eu faço esse show. É só por isso”.

 

IMG_9831.JPGNesta foto, Melissa Benoist interpreta SUPERGIRL, na CBS Television Network 

 

Benoist é mais conhecida nesses dias por seu papel de “Supergirl” na CW, e ela está fazendo sua parte para ascender o nome.

“É muito importante para mim, especialmente que estamos falando nas mensagens que estamos descrevendo para essas garotas de empoderamento e otimismo e esperança”, Benoist, 29, disse recentemente para o “Popcorn with Peters Travers”. 

IMG_9832.JPGMelissa Benoist apareceu em Beautiful: a história de Carole King.

Agora Benoist está tomando o papel de outra supermulher. Ela está estrelando como Carole King numa produção da Broadway “Beautiful: The Carole King Musical”. “Beautiful” conta a história vida vida e carreira das boas músicas pop e olha no passado nos seus hits clássicos.

“Eu cresci escutando a música dela”, Benoist disse. “Nós fazíamos viagens nas estradas. Nós fazíamos turnos cada hora e uma pessoa diferente escolheria a música. Então minha mãe sempre escolhia ‘Tapestry’ e outros albums da Carole King”. 

IMG_9833.JPGMelissa Benoist compareceu no “Popcorn with Peters Travers” nos estúdios da ABC News, 14 de Junho, 2018, na cidade de Nova Iorque.

Benoist irá continuar no papel como King até 4 de Agosto. 

 

Fonte: ABC News

02.08.2018
postado por Paula e categorizado como Entrevistas

Não tem dúvida que Melissa Benoist pode cantar, mas os fãs estavam agradavelmente surpresos em escutar que a estrela de Glee e Supergirl iria para a Broadway em um período desse verão, interpretando um tipo diferente de herói do que o que ela faz na CW. A atriz está atualmente estrelando em Beautiful: The Carole King Musical, interpretando a produtiva cantora-compositora do duradouros hits como “It’s Too Late.” E de acordo com Melissa Benoist, o seu intervalo no teatro irá concluir trazendo mais a marca feminista para a quarta temporada de Supergirl.

Eu diria mãos para baixo, Carole tem o otimismo de Supergirl”, diz Benoist, falando ao telefone durante sua corrida. “Seu espírito, sua determinação, sua perseverança em frente à tragedia. Ela tem muito em comum com a Supergirl, na verdade, quanto mais eu interpreto sua história toda noite mais eu percebo isso. Ela é uma mulher muito inspiradora.”

Depois de se graduar em teatro no Marymount Manhattan College e estrelar em Goodspeed em 2011 na produção de Kerrigan & Lowdermilk’s “A biografia não autorizada de Samantha Brown”, Benoist foi escolhida para Glee e tem trabalhado em filmes e na televisão desde então. Esse retorno para os palcos e estreia da Broadway é um pouco tardia.

“Eu acho que eu estava num ponto onde eu iria meio que querer fazer tudo que fosse relacionado a palavra ‘Broadway’”, ela diz.

Felizmente, ela foi não foi parar em qualquer lugar, mas em um musical que celebra a contribuição da mulher para o livro de musicas Americano. Beautiful segue a carreira de Carole como co-compositora com o marido na época, Gerry Goffin na linha do Carnegie Hall. As musicas de Cynthia Weil e Barry Mann, o time de composição que trabalhou perto do casal, também fazem parte do show.

“… É documentando todas as musicas que veio esse tempo bem cultivável da musica em 1650 na Broadway,” diz Benoist, em referência a construção da história, “aquele tempo meio definido e formado da musica que tem muito da música moderna”.

Para criar para si mesma e para os outros, Carole descobre como definir ela mesma como uma artista da mesma maneira que Kara briga e triunfa em como se definir como uma heroína em Supergirl.

Beautiful é a história de uma mulher de superação, de amizade, de coração partido, e da idade essencialmente”, diz Benoist. “Essa é a jornada que eu tomo toda noite como Carole”.

Quando Supergirl retornar na quarta temporada, Benoist irá retomar a personagem que sem dúvida será afetada por essa experiência. Carole, nas palavras de Melissa, não é só um nome familiar mas ela é “discutível, provavelmente, salvou muitas pessoas através das suas palavras e de sua música. Eu acho que ela teve um grande impacto na minha vida”.

O álbum de estreia de Carole King, Tapestry, ela reconta, foi o primeiro que sua mãe comprou com o próprio dinheiro quando estava crescendo, e ela passou esse amor para as suas filhas — em que todas tem um tipo diferente de favorito, de acordo com a atriz.

Voltar para Supergirl sabendo que Carole é quase uma heroína da vida real, eu sinto que vai reforçar a forma que eu abordo a Kara”, diz Benoist. “Achando mais humanidade nela, mesmo quando ela é uma alienígena. Achando mais um feminismo adulto nela, na forma como ela tem ela mesma”.

Em Beautiful, Carole King é uma jovem mulher ingênua que não tem medo de se adaptar a uma mudança de mundo em seus relacionamentos e em suas musicas. Essa disposição em tentar e o desejo de apoiar os outros enquanto ainda toma conta de si mesma e, finalmente — como diz Benoist — de ter ela mesma são lições admiráveis de uma feminista em crescimento para Kara encorpar.

Não tem como dizer que o poder de Kara Zor-El não foi sentido no teatro Stephen Sondheim, também. “Tem tido alguns fãs de Supergirl também que, eu tenho visto na plateia, eles abrem a camiseta a la Clark Kent”, diz Benoist,o que é tão engraçado porque eles não acham que me desconcentra da apresentação por um segundo, mas sempre acontece, e me faz rir. Isso tem sido tão divertido.”

Pessoalmente, quando eu eu vi o show no domingo, 15 de julho, eu percebi que alguns fãs estavam usando as camisetas do IDONTMIND representando o bem estar mental, organização lançada pela Melissa e o o ator de Supergirl e seu par romântico Chris Wood. Embora não use toda a linguagem que temos hoje para quebrar estigmas, Beautiful enfrenta depressão, ansiedade e outros problemas mentais. É um outro paralelo entre os dois universos.

E Benoist não foi a única do universo da CW DW em fazer um crossover para o Great White Way nesse verão — Victor Garner de Legends of Tomorrow acabou de completar uma chamada em Hello Dolly, ao contrário de Bernadette Peters, e a estrela companheira de Supergirl, Jeremy Jordan ira retornar a Broadway em American Son nesse outono. Em fato, tem muitos talentos musicais individuais no Arrowverse que um episódio musical foi construído por eles em 2017.

Se para Benoist, sua chamada em Beautiful vai se concluir em 4 de Agosto. Essa data vai marcar a última vez que a atriz vai experienciar o que ela fala ser ser momento favorito na apresentação. Bem no final, a audiência se levanta e dança “Earth Move” junto com o cast, sem nenhuma vergonha. “Apenas amando a música”, diz Benoist.Isso realmente me faz feliz”.

E por encher um teatro cheio de pessoas e deixá-los esquecer de suas vidas por alguns minutos não é heróico, então o que é?

Fonte: Bustle

01.08.2018
postado por eduarda e categorizado como Entrevistas, Supergirl

Melissa Benoist estourou na televisão, mas seu ideal de show business original era estar onde ela está agora: Broadway. Seu verão assumiu a liderança no longa Beautiful: The Carole King Musical que terminará no sábado. O papel tem sido um ajuste orgânico para Benoist, que cresceu ouvindo a música de King enquanto alimentava a ambição de um dia chegar à Great White Way. “Estou essencialmente vivendo meu sonho de infância”, disse Benoist.

Além de marcar uma grande caixa profissional, no entanto, a mensagem do show de empoderamento feminino continua a ressoar para Benoist quando ela volta a filmar Supergirl. Ela se inspirou no personagem da vida real. King escreveu dezenas de canções de sucesso para os outros cantarem, mas depois superou desafios pessoais como o divórcio, a maternidade solteira e fazendo seu caminho na indústria da música dominada pelos homens, logo criando sua obra-prima, o álbum Tapestry de 1971.

O interesse dos fãs de Benoist ajudou a elevar a bilheteria da semana passada para o show em $845.619,50, em comparação aos $736.538 e $150.000 da semana passada, à frente da semana anterior. Na sexta-feira, a própria King assistiu à performance e, em seguida, juntou-se à chamada da cortina com uma reprise de “I Feel The Earth Move”.

Fazendo uma pausa entre duas das oito apresentações semanais de Beautiful, Benoist elaborou sua experiência no palco e também provocou a próxima quarta temporada de Supergirl. Ela também abordou a recente overdose de drogas relatada por Demi Lovato, sua ex-colega de elenco de Glee. Aqui estão exceções condensadas e editadas da conversa:

DEADLINE: Quando você se conectou pela primeira vez com a música de Carole King?

BENOIST: Tapestry foi o primeiro álbum que minha mãe já comprou com seu próprio dinheiro quando ela tinha 14 anos. Tão desnecessário dizer que era um básico da casa, pelo menos quando minha mãe estava escolhendo a música. Ambos os meus pais são fãs dela por isso sempre foi predominante quando eu era criança. E então o que eu acho tão maravilhoso sobre a música de Carole é que é tão fácil se relacionar em termos de aprender as lições da vida ou passar por desgostos ou tragédias ou crescer como pessoa ou descobrir quem você é como adulto, significa algo diferente . Ela é um gênio em traduzir muita humanidade em suas músicas.

DEADLINE: O que você pode dizer sobre a experiência de estar na Broadway? Você faria outro show no final da estrada?

BENOIST: Eu sempre me sinto muito brega e sincera quando falo sobre isso, porque sempre foi o que eu queria fazer quando criança. Então eu estou essencialmente vivendo meu sonho de infância, e isso é divertido. Mas isso me deu um novo respeito pelo que eu faço para viver e meio que reacendeu essa paixão que eu tenho. É tão diferente da televisão. Está muito mais envolvido. Vivendo uma história oito vezes por semana é difícil e desgastante emocionalmente, mas muito gratificante. Eu sempre estarei procurando por mais.

DEADLINE: Seus fãs da Supergirl seguiram você até Beautiful?

BENOIST: Nas primeiras semanas, sim. Eu vi muitos glifos do Superman na platéia. O que é ótimo. É tão maravilhoso. Eu também vi muitos fãs de Glee porque isso é obviamente um teatro musical.

DEADLINE: Muitas pessoas na platéia cantam junto – isso distrai você?

BENOIST: Eu realmente não consigo ouvir, para ser honesta. Eu posso ouvir as pessoas reagirem quando eu começo a tocar os primeiros acordes de uma música. Particularmente quando canto “It’s Too Late” ou “You Got a Friend”, que é um suspiro coletivo da platéia. Nesse ponto, sei que eles provavelmente estão cantando junto comigo e devem ser porque as músicas são tão conhecidas e animadas, otimistas e cheias de amor.

DEADLINE: Você esteve recentemente na Comic-Con – como você se sentiu depois de mergulhar no papel de Carole por oito shows por semana?

BENOIST: Eu acho que interpretar Carole e aprender muito sobre ela certamente afetará como eu me aproximo da Supergirl neste momento. Todo papel afeta você. Eu acho que ir para a 4ª temporada e entrar no lugar da Supergirl e vestir a capa vai parecer diferente de uma forma excelente, especialmente porque a história da Carole é essencialmente, possuir a si mesma e ser fiel a quem você é, que você é o suficiente. Isso é algo que eu sempre busco na Supergirl: maneiras de promover seu desenvolvimento como mulher e encontrar mais histórias fortalecedoras para contar sobre isso. Além disso, isso fez da Comic-Con uma explosão. Foi ótimo ver todo mundo. O elenco, todos nós genuinamente nos amamos. Estamos muito animados para a temporada.

DEADLINE: Então, o que os fãs podem esperar desta temporada em Supergirl?

BENOIST: A sala dos escritores está sendo ótima neste ano. Na última temporada, foi um monte de fogo e enxofre e muitas homenagens a Buffy the Vampire Slayer, o que foi ótimo porque eu era uma grande fã desse show. Nesta temporada, eles querem abordar tematicamente mais histórias que talvez espelhem o que está acontecendo com o estado do mundo e nosso país. Há um monte de sentimento anti-alienígena no início da quarta temporada que a Supergirl vai ter que enfrentar. Eu acho que sua principal premissa é que o medo em si é um vilão, e pode esperar conquistá-lo? Supergirl significa esperança, então vamos ver. Eu acho que o medo é seu maior oponente, porque é mais uma emoção do tipo fogo selvagem.

DEADLINE: Agora que já faz um tempo para você na CW, o que você pode dizer sobre a mudança para essa rede da CBS, onde o programa estreou?

BENOIST: Nos deu absolutamente uma sacudida de energia porque acho que nossa demografia por natureza ficou mais jovem. Há pessoas mais jovens assistindo à CBS, mas sua audiência não é de 13 a 25. A CW é especializada nisso. Eu senti totalmente a diferença. Nós só tínhamos um pouco mais de liberdade para fazer coisas mais ousadas ou histórias que podem ajudar a moldar e moldar perspectivas de audiência e formas de pensar. Isso é empolgante porque todos os dias no set estamos falando sobre como impactamos especificamente as meninas, mas mais do que isso, com o público jovem. O que eles pensam sobre o que estamos dizendo?

DEADLINE: Também houve relatos de que Glee pode ser revivido – você ouviu alguma coisa?

BENOIST: Eu não ouvi nada, mas eu não ficaria surpresa se isso acontecesse. Esse show tornou-se parte do zeitgeist instantaneamente quando saiu e foi tão influente. Ryan Murphy sempre tem algo maravilhoso na manga, então eu não ficaria surpresa.

DEADLINE: Falando em Glee, eu sei que Demi Lovato foi sua colega de elenco naquele programa. Você tem alguma opinião sobre a situação dela?

BENOIST: Eu estava de coração partido quando ouvi essa notícia. Eu trabalho muito tentando derrotar o estigma em torno da saúde mental e espero que ela esteja bem.

 

Fonte: Deadline

01.08.2018
postado por Paula e categorizado como Entrevistas

Melissa Benoist é mais conhecida por seus papéis na televisão, mais notavelmente os dois anos que passou em Glee e seu atual trabalho como papel titule na série da CW, sucesso da DC Comics, adaptação de Supergirl. Mas a nativa de Colorado começou sua carreira nos teatros, e voltando aos palcos tem sido seu objetivo de tempo — assim, quando os produtores de Beautiful: The Carole King Musical escolheram ela para substituir temporariamente a estrela de longo tempo Chilina Kennedy pelo verão como a própria Carole King, ela pulou na chance de sua estreia na Broadway.

Uma semana no comando no Stephen Sondheim Theatre (ela estará no show até 4 de Agosto), Benoist falou para a Billboard sobre o seu caminho para Beautiful, as diferença entre atuar na Broadway e na televisão, e como ela essencialmente tem se preparado para atuar King desde sua infância

Parabéns por fazer sua estreia na Broadway! Como está sendo isso?
Eu estou genuinamente tendo a melhor época da minha vida!
Sempre que eu tento descrever com pás últimas semanas tem sido, eu soo totalmente e completamente como uma sincera idiota. Eu realmente estou tendo muita diversão. É como um sonho que se tornou realidade.

Parece que você está certamente vivendo um sonho, inclusive recebendo uma visita no backstage de Lynda Carter [ da fama de Mulher Maravilha] na sua primeira noite.
Tem muitos pequenos números de nós que atuamos como super-heróis femininos que eu acho que todas temos uma afinidade. E Lynda, essencialmente começou tudo isso. Ela é uma pessoa fantástica e foi muito maravilhoso ela ter vindo apoiar o show que apoia.

Além da visita da Lynda, como foi a sua noite de estréia?
Foi tanto aterrorizante, quanto surreal e a coisa mais participativa que eu senti em anos. Então eu passei por uma gama de emoções em três horas! Eu quase fiquei doente no palco, eu tava muito nervosa, mas apesar do fim do show e das cortinas se abrirem, eu senti uma manifestação dos meus sonhos de infância se tornando reias. Foi muito espantoso.

Enquanto esse é o seu começo na Broadway, eu não acho que muitas pessoas perceberam que você estava muito ativa no teatro regional antes de você ficar conhecida pelo seu trabalho na televisão.
Certo. A tv meio que me escolheu antes do que a carreira no teatro.

Qual foi a sua tentativa inicial no teatro e como você aprendeu sobre isso?
Eu tenho essencialmente feito mais teatro por mais tempo da minha vida do que eu tenho feito televisão ou filme, e é realmente algo que eu sinto que sei melhor. Naquela época em minha vida, aquilo nunca pareceu como se fosse trabalho. Aquilo começou como um hobby mas rapidamente virou meu amor e o que eu queria fazer com a minha vida. Voltar para o teatro é como voltar para casa e eu realmente não quero sair mais (risos).

Como a oportunidade de substituir Chilina Kennedy no verão veio?
Eu tenho procurado por uma oportunidade na Broadway desde que parei de fazer teatro. Sempre foi algo que eu diria para os meus agentes e gestor. Em um ponto os produtores de Beautiful deram a chamada que Chilina Kennedy, era quem estava atuando como Carole antes de eu e que irá voltar, estava tirando um intervalo para fazer um show no Atlantic Theater Company e precisavam de alguém para preencher a vaga dela. Na época, eu estava em Vancouver gravando Supergirl e não estava planejando em fazer nada durante o meu intervalo entre a temperada três e quatro. Quando eu percebi (a oportunidade), eu imediatamente sabia que eu tinha que fazer.

Você viu o show antes de assumir a vaga?
Não, eu não vi. Algumas pessoas acharam que eu fui ridícula de dizer sim para algo que eu não sabia nada sobre. Tudo que eu sabia era as músicas da Carole e sua história de vida, especialmente ao liderar para realizar Tapestry, é incrivelmente fascinante e inspirador.

Com o que você lida primeiro: a música ou as falas?
A primeira coisa que eu fiz foi um ensaio musical com o diretor de música do show Jason Howland. Ele na verdade voou para Vancouver e nós cantamos durante o show. Eu tive tempo para aprender toda a música e a composição do piano antes mesmo dos ensaios começarem. E aí veio o script, falas, encenação e os bloqueios. Mas primeiro veio a música.

Com oito apresentações por semana, como você mantém sua voz em forma?
Eu acho que eu acabei esquecendo de como é esgotante fazer oito shows por semana e cantar com a frequência que estou cantando. Depois da minha primeira semana de shows, eu fui na Amazon e comprei todos os xaropes e sprays e chás para a minha garganta. É sorte que minha vida fora do trabalho é tão suave; Eu realmente sou caseira e eremita então eu não tenho que me preocupar em explodir a minha voz. (Risos)

Tem uma grande diferença entre ser parte de uma série acelerada premiada e de uma apresentação de duas horas na Broadway que tem oito apresentações na semana. Como você navegou nessa transição?
Eu acho que aprender uma apresentação por inteiro é massivo e realizador. Por duas horas e meia, nós somos responsáveis por contar a história e ter certeza que o público entendeu e sente o que a gente quer que eles sintam, e inspirá-los por causa da história de Carole e o que ela passou. É difícil, é muita coisa. Na televisão, minha experiência num show como Supergirl tem suas dificuldades porque é muito fisicamente envolvido e são horas longas; é uma agenda abrangente onde você cria algo num episódio de 42 minutos. Eles demandam muitos músculos e diferentes habilidades no set, mas eu tenho descobrindo mais preenchimento em aprender um show inteiro e ter acesso a toda a história em uma noite.

Você chegou a falar com a verdadeira Carole King desde que entrou para Beautiful?
Apenas por redes sociais! Toda vez que ela fala algo meu coração pila acelerado. Eu não sei se ela planeja ir ao show, mas eu não quero saber se ela for. Eu gostaria de conhecer ela é claro mas eu não quero conhecer ela até o final do show!

Ela teve muitos hits durante sua carreira, muitos deles estão no show. Qual é sua música preferida das musicas da Carole para cantar?
Eu amo “It’s too late”. É tão legal, divertida, triste para cantar. Me da uma uma nostalgia quando eu me relaciono com a música. Me faz lembrar da minha mãe.

O por que disso?
Tapestry foi o primeiro álbum que ela já comprou em vinil quando ela tinha 14 anos. Desnecessário dizer, [King] era agregada na nossa família. Ela tocaria no carro o tempo todo e no rádio em casa, então eu sabia a maioria das musicas dela quando era criança e tinha uma relação muito pessoal com eles.

Broadway oferece uma experiência única colocando você em frente e no centro dos seus fãs. Como tem sido conhecer eles depois do show?
Ainda é estranho para mim pensar que eu tenho fãs! Eu só estou fazendo o que eu gosto, contando histórias e me expressando dessa maneira.

Fonte: Billboard