Seja bem-vindo ao Melissa Benoist Brasil, sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Melissa Benoist, mais conhecida por interpretar a Supergirl na serie homônima. Aqui você encontrará informações sobre seus projetos, campanhas e muito mais, além de entrevistas traduzidas e uma galeria repleta de fotos. Navegue no menu acima e divirta-se com todo o nosso conteúdo. Esperamos que goste e volte sempre!
anúncio

Arquivo de 'Artigos'



25.01.2018
postado por milene e categorizado como Artigos, Supergirl, Waco

Em março, fará exatamente três anos desde que Glee, o inesperado, mas completamente dominador do mundo, exibiu seu último episódio. Mas para Melissa Benoist parece que foi a uma eternidade.

“Eu era um bebê. Foi a minha primeira tentativa em qualquer trabalho na frente das câmeras e eu não sabia nada. Eu era tão ingênua. Parecia como se eu estivesse presa em um engavetamento de dez carros”, disse a atriz, que apareceu na série em suas duas últimas temporadas.

Benoist disse isso enquanto estava sentada em um estúdio fotográfico de Nova York – um local que pode ser um tanto gerador de flashbacks musicais.

“Às vezes, ouço as canções que nós cantamos nos supermercados, tipo ‘New York State of Mind’ e fico meio: Uau, isso é tão estranho.”, ela observou.

Agora, o recente trabalho de Benoist é uma longa série amigável para a família que alavancou sua carreira. Ponto em questão: seu último projeto, a nova mini-série Waco, que estreou na rede Paramount ontem à noite (24/01).

Na série, Benoist interpreta Rachel Koresh, esposa de David Koresh, líder do culto religioso Branch Davidians, que foi o centro de um impasse de 51 dias com o FBI e ATF (Agência Federal de controle de álcool, tabaco e armas de fogo no Texas), que resultou em um incêndio mortal – tão longe quanto da ‘William McKinley High School’.

“Quando meus gerentes disseram a palavra Waco, imediatamente me lembrei. Houveram alguns acontecimentos sensacionalistas no início dos anos 90 que eu lembrei vividamente de que todos ficavam colados na TV e Waco era um deles, de modo que alcançou meu interesse. Então, quando falei com os diretores, os irmãos Dowdle, que são pessoas fantásticas e compassivas, me disseram qual era a visão deles e como eles queriam que fosse essa área obscura para que as pessoas pudessem ter conhecimento do realmente aconteceu e como elas se sentiram sobre isso. Isso foi muito muito atrativo para mim. Depois disso, lutei muito para interpretar Rachel”, disse a atriz de 29 anos, que tinha apenas quatro anos quando ocorreram esses acontecimentos em 1993.

Benoist co-estrela ao lado de um elenco impressionante que inclui atores como Michael Shannon, Andrea Riseborough, John Leguizamo, Julia Garner e Rory Culkin. Seu marido, na tela e a papel principal na série, é interpretado por outro ator que teve sua própria experiência protagonizada em um programa favorito dos fãs de TV: Taylor Kitsch, também conhecido como Tim Riggins, de ‘Friday Night Lights’.

“Ele estava tão dedicado e se importou tanto, eu não acho que as pessoas já o tenham visto assim. Ele foi maravilhoso. No set, ele era Koresh… Você têm de justificar quando você está tentando entrar na pele de alguém assim e tentar retratá-las com integridade, honestidade e respeito, e foi o que realmente Taylor fez muito bem e definitivamente passou isso para o elenco.”

Para seu próprio retrato como Rachel, Benoist olhou para as poucas fotos e registro dela na vida real, preenchendo todas as lacunas que pôde.

“Ela nasceu como umas Dividian e morreu como uma Dividian e ela nunca tinha sido outra coisa além da esposa de David, que ela foi escolhida quando tinha 14 anos. Ela saiu com ele no meio da noite e viajou pelo mundo com ele. A existência dessa menina me deixa perplexa. Fiquei muito fascinada por ela.”

As mini-séries de seis episódios filmados em Santa Fe, Novo México, na primavera passada ao longo de três meses, um período de tempo durante o qual Benoist também estava consecutivamente filmando outro projeto – uma pequena série de tv que você já ouviu falar, chamado ‘Supergirl’.

“Foi um milagre que funcionou. Por sorte, eu tenho essa incrível equipe que trabalhou a agenda para fazer isso acontecer, mas ela se coincidiram e por um momento quase pensei que não iria funcionar”.

Além dos pequenos desafios logísticos de tempo e espaço, Benoist também foi confrontada com a tarefa de alternar entre uma super-herói alienígena emblemático e uma figura misteriosa da vida real. Mas, em algum lugar intermediário, emergiram algumas semelhanças.

“Elas são muito diferentes e, obviamente, elas têm circunstâncias extremamente diferentes. Estão em mundos extremamente diferentes. Mas Rachel talvez seja ainda mais forte que a própria Supergirl. A Supergirl é esta otimista, inalcançável e idealista de uma alienígena e todos nós podemos fugir para o mundo dela. Ela sempre salva o dia. Rachel é mais forte porque ela está lidando com todas essas circunstâncias que não são normais, e pela ausência de experiência, às vezes, não são aceitáveis ​​ao que você chamaria de uma citação não estimada. Não é uma vida normal. O que ela atravessou no cerco do FBI é inimaginável. Essencialmente, o que eu faço em Supergirl é que estou agindo com referências dos quadrinhos. Esse é sua própria flexibilidade e própria habilidade. Interpretar Rachel foi difícil, mas eu amei. Você consegue viver nesses momentos tranquilos. Embora os homens desta série falam mais alto, as mulheres não são invisíveis, apesar de serem silenciosas”.

Ao contrário de sua personagem, Benoist está longe de ficar em silêncio. Na semana passada, ela escreveu um artigo comovente para o ‘Time’s Motto’ sobre o aniversário de um ano do ‘Women’s March’, onde seu cartaz, com as palavras “Hey Donald, não tente dominar minha vagina – ela é feito de aço” em letras maiúsculas e tornou-se viral.

“Eu realmente sempre me considerei uma pessoa que não entra em conflitos, tímido e introvertida. Mas agora não posso deixar de ser ativista e participar. Eu sempre tento ter a voz da minha mãe na minha cabeça, porque estou muito orgulhosa das lições de moral que ela tentava estimular em nós. Ela sempre foi minha bússola moral, então falei com ela sobre isso e então eu tento imaginar o que ela pensaria sobre o que eu estava dizendo. E eu também imagino minha filha, se eu tiver uma, sobre o que eu gostaria que ela sentisse e visse. Se é uma palavra inapropriada como “bu****”, como o nosso presidente usou, talvez elas precisem ver isso para saber que não está certo e a realidade de ‘Isso é alguém que não está sendo respeitoso e esta é a palavra errada para se usa, isso é algo que você não deve aceitar porque você é melhor e vale mais do que isso, você é capaz e forte “.

Em um ano desde o Women’s March, Hollywood sofreu uma grande mudança decorrente da exposição de Harvey Weinstein; posteriormente, Andrew Kreisberg, de Supergirl, que foi demitido depois que as reivindicações de assédio sexual foram feitas contra ele.

“Sinto uma mudança e sinto uma mudança no trabalho, no set de filmagens. Estou muito esperançosa porque a PGA acaba de lançar um novo conjunto de regras sobre o assédio sexual e esse é um bom começo na direção certa. Estou feliz de que as conversas sejam mais freqüentes e que a honestidade seja favorecida ao calar essas as pessoas”, disse Benoist quando questionada se ela havia notado alguma mudança em Hollywood.

Quanto à mudança, ela sentiu isso em sua própria vida desde o primeiro deslize em sua capa de Supergirl, há três anos?

“Eu me sinto mais transparente do que nunca. Eu não estou tão preocupada com o fato de dizer ‘amém’ para tudo, algo que eu fiquei presa por muito tempo e agora sinto uma sensação de propriedade do papel e da posição que tenho”.

FONTE: W Magazine

23.01.2018
postado por milene e categorizado como Artigos, Entrevistas, Supergirl

A luta entre Kara/Supergirl e Samantha/Reign parece estar aumentando. Mas quanto tempo pode demorar antes que a última vilã da Supergirl seja desmascarada?

Em uma entrevista recente com Entertainment Weekly, Benoist foi questionada quanto tempo ela acha que vai demorar para que Kara descubra a real identidade de Sam. E com Sam buscando Alex para obter ajuda no episódio 3×12 – “For Good”, parece que não demorará muito.

“Parece que é apenas uma questão de tempo. O que eu acho mais importante é como Sam vai reagir, porque obviamente ela não tem consciência do que está acontecendo por agora. Todo o arco da temporada é essa crise de identidade para cada personagem, então, se Kara descobrir sobre Sam, se e quando, definitivamente vai ser parte dessa jornada”, diz Benoist.

Com isso em mente, uma pergunta bastante lógica é a de como, exatamente, Kara responderá quando Reign se revelar, e se ela estará disposta a ajudar Samantha no caminho de sua redenção. De acordo com Benoist, embora isso possa ser um pouco complicado (considerando o fato de que Reign a deixou em coma), esperamos que Kara perdoe.

“Isso seria difícil, mas conhecendo Supergirl e como ela costuma lidar com essas situações, e de como ela acha que todos merecem uma segunda chance, de que você pode mudar e ser uma pessoa melhor e um herói, eu acho ela tentará ajudá-la.”

A possibilidade de Samantha ser redimida tem sido aos poucos, em grande parte graças ao público sendo apresentado ao seu lado mais “humano” primeiro. Melissa insinuou algo semelhante durante uma visita recente ao set, onde ela parecia indicar que sua história a ajudaria a ser mais fácil de humanizar.

“Eu acho que Reign vai surpreender as pessoas. Ela é muito surpreendente de se ver e ela definitivamente deu à Supergirl – ela dará à Supergirl a maior luta de sua vida. Eu acho que é o que o separa dos outros vilões que já vimos – os grandes malvados que vimos até este ponto da série. Ela tem uma experiência realmente surpreendente e que é muito fundamentada, de que você realmente apoiou em quem ela realmente é”, Benoist completa.

Fonte

16.01.2018
postado por milene e categorizado como Artigos, Entrevistas, Eventos

A estrela da Supergirl , Melissa Benoist, diz que está “extremamente orgulhosa” da atmosfera no set da série depois que o produtor executivo Andrew Kreisberg foi demitido pela Warner Bros. Television após acusações de assédio sexual e que “a produção está se recuperando”.

Falando aos repórteres após o painel da Paramount Network, promovendo sua nova mini-série ‘Waco’, a atriz de 29 anos disse que o comportamento de Kreisberg “essa foi uma grande decepção”.

“Eu tenho que dizer a forma como a série se recuperou junto com um grande elenco e uma grande equipe, agora temos uma atmosfera mais leve em conjunto e eu estou extremamente orgulhosa”, disse ela no evento da Paramount Network.

Benoist também acrescentou:

“Existem inúmeros homens incríveis que trabalham em nossa série e temos muitas mulheres incríveis que também estão em posições poderosas conosco. Agora que uma de nossas co-showrunners é uma mulher e a produtora executiva é Sarah Schechter, estamos todos na luta pela igualdade e atmosferas mais seguras no espaço de trabalho”.

Benoist falou com otimismo sobre o movimento mais amplo na indústria do entretenimento contra o assédio e o assédio sexual e quais os passos necessários para criar progresso.

“Eu acho que isso é uma questão de empatia. Acredito que seja uma questão de ouvir-mos uns aos outros. É tão simples quanto ficar próximos ao outro por um dia, através de gêneros, através da sexualidade, em qualquer forma. É difícil falar sobre algo quando você ainda está tão forte e você ainda está tão confuso ao resolver a confusão. Mas eu realmente tenho esperança. E acredito que as pessoas são muito melhores do que essas coisas que acontecem.”

Fontes: Variety, People , EW

Adaptação: Melissa Benoist Brasil

22.01.2017
postado por milene e categorizado como Artigos, Melissa, Supergirl

O Yahoo fez recentemente uma matéria sobre a interação de Melissa Benoist e Lynda Carter em Supergirl. Leia abaixo o texto traduzido:

Rachel Talalay, diretora de Supergirl, revelou que Melissa Benoist teve uma ajuda de Lynda Carter ao recriar o giro de sua icônica personagem Wonder Woman no episódio três da segunda temporada.
Em uma entrevista ao Cinema Blend, Talalay disse que “acender” Kara (Benoist) com fogo no episódio era parte do roteiro, e que estaria de acordo com o papel de Carter como Diana Prince em “Wonder Woman”.
“Estava no script e foi totalmente incorporado,” Talalay disse. “Tínhamos autorização para tentar forçar, mas acabaram vindo no script. Isso foi ótimo porque nos deu permissão para dizer ‘Sabemos que estamos homenageando a Wonder Woman.’ Então houve esse momento absolutamente mágico quando foi escrito que seria Melissa que faria o giro da Wonder Woman para sair do fogo. Lynda veio e disse, ‘Eu vou te mostrar como se faz.’ Eu tenho no meu celular um vídeo de Lynda Carter ensinando Melissa Benoist como fazer.”

Assista Benoist fazer o giro da Wonder Woman no vídeo abaixo:

Carter interpretou a presidente dos EUA Olivia Marsdin no episódio, no qual ela visitou National City para assinar a lei de anistia alienígena.
Ao vivo no Facebook num Q&A (perguntas e respostas) horas antes do episódio ir ao ar, Carter revelou que ela não tinha nenhuma cena favorita em particular porque ela adorou todas as cenas em que participou.
“Acho que foi toda a experiência”, foi o que respondeu a atriz original de Wonder Woman ao ser perguntada se teria algum momento particular no seu episódio de estréia. “Eu amo a Melissa e acho que ela faz um ótimo trabalho,” Carter disse da interpretação de Melissa como a Garota de Aço. “Ela arrasou. Ela realmente se saiu muito bem sendo o ser humano dentro do super herói.”
Enquanto é bem provável que a Presidente Marsdin apareça na série novamente, Carter disse ao USA Today que em outubro do ano passado que não sabe ainda quando volta para Supergirl. “É melhor os fãs começarem a fazer algum tipo de pressão porque eu ainda não fui chamada para nenhum outro episódio”, Carter disse na hora. “Estou pensando, “Bom, quando será que isso vai avançar?’ Porque estou ficando ocupada!”

18.01.2017
postado por milene e categorizado como Artigos, Entrevistas, Melissa

Melissa Benoist e sua irmã mais velha, Jessica Young, são co-autoras na produção de um livro de ficção baseado na infância de ambas em Littletown, Colorado. O livro ainda não tem data de lançamento estabelecida.

 

“Isso é tão empolgante!!!! Alguma dica sobre a temática do livro?”
É sobre duas irmãs (obviamente), que tiveram uma experiência interessante na natureza quando crianças. Quando chegam ao ponto crucial em suas transições à fase adulta, percebem que o que aconteceu com elas naquela expedição da infância teve consequências maiores do que as imaginadas e são sugadas para uma aventura com consequências ambientais.

 

“Melissa disse que o livro é inspirado na sua infância – é tipo uma autobiografia, ou é ficção com algumas anedotas?”
Essa é uma pergunta frequente, até porque Melissa mencionou isso claramente em sua entrevista ao Denver Post. Com certeza é ficção, mas sua ideia original veio ao olhar de forma fantasiosa aos passeios que fazíamos com nossos avós quando criança. Nós costumávamos visitá-los, e meu avô sempre dizia “Entrem no carro, vamos passear”. Ele nos comprava milkshakes do Burger King, e depois de duas ou três horas íamos ao State Park, ou ao sítio histórico, ou ao museu. Nós conhecemos alguns dos cantos mais belos do Oeste Americano quando éramos bem novinhas, e sei que isso nos impactou e moldou mais do nos demos conta na época. Acho que nós duas com certeza percebemos isso agora, e acho que isso vai ser bem retratado no livro.

 

“A ideia de escrever esse livro foi sua ou da Melissa? Por que decidiram escrever ele juntas?”
Esse livro foi, com certeza, ideia da Melissa. Acho que a foi proposto a escrever uma autobiografia e ela não estava muito interessada no momento, mas disse que poderia estar interessada em ficção. Ela me contou a ideia e disse que achava que eu deveria estar envolvida já que sou ‘a escritora da família’, então nós brincamos bastante com a ideia dela da base do enredo até termos personagem mais tangíveis e uma melhor percepção da trama.

 

“Você espera até que você e Melissa se encontrem pessoalmente para trabalhar no livro, ou vocês trabalham nele pelo telefone ou internet?”
Principalmente uma combinação de comunicação remota – telefone e e-mail. Mas, grande parte da programação inicial foi feita pessoalmente.


“O que você pensa sobre a irmã ficcional da sua irmã, Alex Danvers?”

Alex Danvers é uma durona das boas, isso é o que acho! Quem nunca fantasiou sobre ser agente secreto com todos aqueles equipamentos e movimentos de artes marciais? Ou fui só eu…? E sobre a Chyler, eu penso a mesma coisa, tirando a parte de agente secreto, por motivos de bater nos outros. Sou uma enorme fã de ‘Grey’s Anatomy’, e ela era maravilhosa naquela série. Ela é fantástica em ‘Supergirl’. É uma atriz fantástica, uma esposa e mãe inspiradora, e parece ser ótima em tomar conta da minha irmãzinha até porque não posso ficar com ela em todo tempo.

Fonte: Jr Young Writer

Adaptação: Melissa Benoist Brasil