Seja bem-vindo ao Melissa Benoist Brasil, sua primeira, maior e melhor fonte brasileira sobre a atriz Melissa Benoist, mais conhecida por interpretar a Supergirl na serie homônima. Aqui você encontrará informações sobre seus projetos, campanhas e muito mais, além de entrevistas traduzidas e uma galeria repleta de fotos. Navegue no menu acima e divirta-se com todo o nosso conteúdo. Esperamos que goste e volte sempre!

Melissa Benoist foi fotografada nesta terça-feira (24) pelas ruas de Paris junto com seu namorado, Chris Wood, após marcar presença no desfile da marca Dior, o qual abriu a Semana De Moda de Paris.

A marca inclusive agradeceu a presença de Benoist;
Dior: “Possuindo um talento que inclui atuar, cantar e dançar, a estrela de Supergirl @MelissaBenoist foi uma convidada perfeita da primeira fila na exibição da coleção Primavera – Verão 2019 da #MariaGraziaChiuri, detonando o romance de sua saia bordada florida com uma camiseta clássica nítida. #StarsinDior”

Confira a seguir as fotos em nossa galeria:

 

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Ela senta sozinha num bistrô de West Hollywood, discretamente encarada por algumas outras mesas ocupadas. Talvez alguém diga que ela, respeitosamente, não se pareça com a Supergirl agora? A super-heroína da TV, Supergirl, usa uma saia no estilo de líder de torcida, um top de tecido milagrosamente elástico, e frequentemente batom; Benoist, que vai fazer 30 anos esse ano, apresenta de forma diferenciada, leve maquiagem em uma blusa modesta e jeans — próxima doutorada em estilo. Apenas alguns dias atrás, ela terminou de gravar a terceira temporada da série muito amada e juvenil que tem como casa a The CW desde que mudou na segunda temporada da principal escalação de séries da CBS.

Uma desculpa é apresentada por estar um pouquinho atrasada devido ao Uber. Mas Benoist, deixando de lado seu lápis, é graciosa: “Eu cheguei aqui sozinha.”

É uma frase que poderia ter vindo de sua personagem Kara Zor-El, descrevendo sua rival em nosso planeta. Pela duração dos mitos da Superfamília voltando a invenção dos quadrinhos do Super-homem em 1934 — e no fim, de sua prima Supergirl, em 1959 — o clã exibe vários poderes que, com interferência da Kriptonita verde e vermelha, são usados para assegurar a verdade, justiça, e modo Americano.

“Se eu alguém me jogar alguma coisa, nós temos que trapacear e fingir que eu peguei, porque eu não consigo pegar!”

O episódio piloto da série de 2015 mostra Kara com a idade de 13 anos sendo lançada catastroficamente de sua casa explodindo no planeta Krypton e sendo criada numa paz obscura como Kara Danvers. A vida adulta traz ela para National City, onde ela adota sua crescente identidade como super-heroína Kara Zor-El— a jogada mais perto de uma velha escola da Tv, super-heroína fiel que foi Lynda Carter nos anos 70 em Mulher Maravilha.

Não que Supergirl/Kara seja a primeira personagem de Benoist para fazer uma transformação significante. Antes de entrar em Supergirl, Benoist estrelou durante 2012 a 2014 como uma cara nova, especialista em cantar e dançar como Marley Rose em Glee. Ambas as séries (Glee terminou em 2015), mostrou o semblante de uma jovem, charmosa e altamente atrativa (incluindo vilões); Benoist facilmente ocupou cada um de seus papéis, preenchendo arcos similares ao chegar como uma ingênua que gradualmente surpreendeu a audiência ao mostrar que ela pode lidar com difíceis tarefas com desenvoltura e certeza moral fica. Com a Supergirl amadurecendo como heroína — e ela mesmo como atriz— Benoist transformou uma Kara inicialmente ingênua e incerta em uma destruidora-poderosa incrível, que não apenas expandiu seus superpoderes mas também ficou sombria, uma pessoa obscura no personagem desiludida com a carreira e as dificuldades românticas que a puxou por profundas águas. 

O enredo pode ser de pensamentos obscuros, mas Benoist também tem que nadar rio acima na sua atuação, dado o que ela descreve como um atributo ao jeito Spock incorporado pelos nativos de Krypton. “O que eu acho mais interessante sobre interpretar kriptonianos”, ela diz, “é que eles são tão absolutamente limpos. Seja Clark Kent ou Kara Danvers, eles são tão todo-Americano que às vezes você quer a moral deles para desgarrar-se um pouco, para eles terem um dilema.”

Para o empoderamento físico e o atletismo, Supergirl mostra enquanto arrasta ladrões frequentemente ao redor da destruição.

Durante os sets do série, Benoist rapidamente argumenta. “Oh! Eu ainda não consigo pegar uma bola para salvar a minha vida”, ela diz, rindo. “No set, se alguém me jogar alguma coisa, nós temos que trapacear e fingir que eu peguei, porque eu não consigo pegar!”

Pelo tempo, de qualquer jeito, Los Angeles não parece estar em chamas, e é hora de pedir almoço. Benoist não só aceitara a oferta do seu parceiro de restaurante para dividir fritas — “Eu não conheço uma só pessoa que não iria comer batata frita se elas estivessem na mesa”, ela opina— ela aumenta a gordura saturada adicionando tâmaras enroladas no bacon para compartilhar. Ela também oferece um fofo encorajamento as palavras cruzadas: “Segunda feira é o mais fácil.”

O nosso brinde de parabéns é para novos empreendimentos, apenas essa manhã veio a anunciaremos que Benoist fará uma chamada de dois meses na Broadway (durante o seu intervalo da Tv) como Carole King em Beautiful. Muito do que se passa no show é voltado para a vida de King nas composições excepcionais no piano, então o corte estrelar de Benoist como Terpsícora como visto em Glee será esporádico. Mas o tempo e a lente da câmera que não parecem estar esgotado de tê-la repetida e sentimentalmente prova que ela leva a audiência em uma proposta de letra ou poderes em meio a um hino pop como “Wrecking Ball”.

Em um outro ano de hiato, talvez tenha sido o papel de um filme que atraiu ela. Das mãos dos filmes que ela tem feito na última década, dois especiais emergem como sendo notavelmente efetivos com exceção de sua brevidade. No filme de Damien Chazelle em 2014, Whiplash, ela cruelmente foi deixada pelo personagem obcecado por bateria, Miles Teller, e ao longo que a dor se socializa com o desafio, ela cospe exatamente o que os telespectadores estão se perguntando: “Que m… está errada com você?” Quando perguntada sobre essa fala, depois de uma leve pausa, Benoist diz, “Isso foi triunfal para ela. Eu vi desse jeito”.

Seu melhor momento dois anos atrás no filme Patriots Day de Peter Berg também ocorre através de uma mesa, em uma ainda mais feroz, mais ainda assim quase uma cena de sussurro, como Katherine Russell, a mulher do recém assassinado na maratona de Boston pelo terrorista Tamerlan Tsarnaev. Segurada por um FBI férreo interrogador também em hijabe, Russell é franca e devotadamente muçulmana convertida que talvez seja cúmplice no bombardeamento, a mulher mais odiada da América naquele instante, e possivelmente consciente dos paradeiros do segundo bombeador. Contra a investigação, interpretado pela formidável Khandi Alexander, a nova viúva  de Benoist é uma cifra com uma contemplação letal que revela zero mas total insulto, “Ele irá me beijar novamente quando me ver no céu”.

Benoist fez audição para Patriots Day como uma das vítimas. Mas quando ela foi chamada novamente para a mais esperta e o papel chave de Russell, ela rapidamente aceitou, tomando inspiração do ganhador do Oscar Jame Judi Dench pelos oito minutos em Shakespeare in Love: “Ela é o principal exemplo”.

“Minha vida no dia a dia acessa as minhas emoções e traz elas pra primeiro plano”.

Benoist tem jogado no tabulareiro desde que era uma criança pequena. A filha de Julie e Jim Benoist, cresceu em Littleton, Colorado, exterior de Denver e migrou para Nova Iorque para ingressar na faculdade Marymount Manhattan College. Ela viveu no barato e viu uma realidade mais sombria. “Eu realmente sinto — no risco de ser extremamente séria —  como eu me encontrei em Nova Iorque”, ela diz. “Só porque você não esteja feliz, não significa que você não está inspirado, preenchida ou estimulada”.

Após bancar um papel como uma garota de escola no filme Tennessee de Aaron Woodley em 2008, ela contou a um entrevistador no tapete vermelho na première do Festival de Filme De Tribeca, “Eu estava gritando muito e estava muito feliz”. Ela graduou em 2011 com Bacharelado em Artes em teatro e artes e alguns papéis nos palcos para o seu crédito, mas logo fez audição para Glee — e o resto é um show business ascendendo passo por passo.

Como uma criança de três anos, Benoist diz que teve uma curva natural pelo estado emocional que teve que lutar, o qual o pessoal de Glee assegurou bravata. “Crianças médias são tipicamente rainhas do drama porque elas não recebem um tipo definitivo de atenção dos pais”, diz Benoist. “Eles não são os primeiros filhos e não são as crianças de ouro, e eles não são os bebês então eles não são mimados. É como se estivéssemos em limbo”.

Benoist tem usado essa energia para vários papéis, fazendo “chipper” como uma balconista confundida pelo amadurecimento da estrela do rock Al Pacino em 2015, Danny Collins, se tornando em uma conhecida hipster em Lowriders, convocando toda a empatia que ela pode achar para expressar o relato de Waco, interpretando Rachel Koresh, a esposa do líder do culto David Koresh.

Esses dias, Benoist está mais para cima com o desafio de ser número um na folha diária de chamada de Supergirl, mas é para compartilhar os créditos. David Harewood — o qual o personagem, Hank, tem sido severamente autoritário com ela ultimamente — definitivamente seu motor criativo. Ela menciona seu personagem Othello (ele interpretou o infortunado Moor de Shakespeare anos atrás) porque “Eu acho que encapsula muitas coisas, porque — primeiro e mais importante, eu acho que David é um ator brilhante. Ele foi o primeiro homem negro na Inglaterra a interpretar Othello no palco no Royal National Theatre”.

Num termo dramático rigoroso, Supergirl tem o benefício de uma preparação no qual pessoas terráqueas e alienígenas tomam turnos para frente, gentilmente complicado, ambos interesse amoroso e amizade. Acessando o interesse amoroso de Kara, Mon-El (Chris Wood), ela acha Shakespeare relevante novamente: “Eles também tem essa coisa que eles eram um casal apaixonado de duas casas opostas, porque ele era de Daxam— o que eu presumo que você poderia relacionar com Romeu, o montéquio de Julieta — e ela era uma capuleta, em Krypton. Eu acho que também seja diferente, por causa das responsabilidades que eles dividiam ao ter essas habilidades e poderes. Outra coisa que eu admiro que nós exploramos, é como uma mulher — uma mulher poderosa— navega entre amor e relacionamentos. Nem sempre é bonito”.

“É uma experiência de vida — experimentando tragédias, as quais nós todos passamos, passando por desilusões amorosas e alegria e medo e amor, e se abrir para tudo isso”.

Benoist se sentiu intitulada para ter influência nas declarações de sua personagem e responsabilidades com os scripts que lhe foi dado. “Sim, passou pelas minhas mãos” a atriz diz. “Mas o fato que importa é, sou eu que tenho que levantar e ir fazer isso. Eu tenho que me sentir certa sobre isso como mulher que esta experienciando isso. Tem momentos também, em que eu pensei, “Eu acho que isso é o que estamos descrevendo, e, eu não acho certo para as jovens garotas em ver aquilo…”— sendo sobre relacionamentos ou se sentir empoderada ou em como você trata outras pessoas. Eu tenho algum poder, com alguma razão, uma margem para controlar o que é a conversação”.

Na ultima temporada, nos vimos uma redução na interação da Kara com sua irmã mais velha, Alex, interpretada pela Chyler Leigh, mas o que prossegue é uma intimidade que é de irmandade, na câmera e fora dela. “Chyler é muito maternal, e é ela é muito acolhedora, e ela se importa bastante sobre o que ela diz no papel porque ela tem filhas”, Benoist fala. “Todos nós, especialmente as mulheres na série, se sentem muito especial em ser uma parte disso, e todo dia nós conversamos sobre o que estamos falando para as jovens garotas e o que estamos as ensinando. Às vezes, nós entendemos errado, as vezes nos sentimos realmente bem com isso e orgulhosas. Então Chyler é como uma companheira nisso”.

O direito de nascença de Kara como uma refugiada de Krypton são fatores desprezáveis, ela acrescenta, como ela pode prosseguir seu trabalho super-heroico para proteger sua família adotiva do planeta terráqueo com todo seu coração. “O que é fascinante para mim sobre isso, e eu espero que possamos explorar um pouco mais disso na próxima temporada, é natureza versus educação. Seu lado kriptoniano iria empurrar ela para ter os mesmos valores e a mesma consciência e a mesma necessidade de ajudar as pessoas e as salvar, ou ela iria ser influenciada e diferente na maneira que ela aborda tudo isso?”

No começo de agosto, Benoist volta para outros longos meses de gravação nos estúdios de sons e ocasionalmente exterior de Vancouver, British Columbia, uma cidade que ela veio para amar— e de volta para imersão de si mesma as batalhas e sucessos de uma vida de gêmeos como Kara Danvers e a crescente pessoa dominante de Kara Zor-El. “Minha vida no dia a dia acessa as minhas emoções e traz elas pra primeiro plano”, ela diz. “Enquanto todo mundo nesse país, na maior parte, empurra eles para baixo. Especialmente quando vem para problemas de mulheres, porque é muito importante a conversação agora, o que me deixa muito feliz”.

Enquanto dá as palavras cruzadas abertas uma dobrada e o coloca na bolsa — que ocupa junto com uma coleção das redações de David Foster Wallace— ela soma o quanto o trabalho e a vida são bem-vindas pra socializar para ir adiante. “É experiência de vida—experienciar tragédias, o que nós todos experienciamos, como desilusão amorosa e alegria e medo e amor e estar aberto a tudo isso. E estar pronto para enfrentar o que o mundo irá jogar para você, porque o mundo joga bolas de queimadas em todos nós. Eu entendo as coisas agora, com quase 30 anos de idade, que eu não entendia com 21— o que é uma coisa de Capitão Óbvio de se dizer, mas eu amo contar histórias que são finitas e que contém mensagens enraizadas e que você pode descobrir por si próprio. Seja no palco, na Tv, show, ou em filme, é onde eu quero estar”

Fonte: Watch! Magazine

Tradução e adaptação: Melissa Benoist Brasil

Melissa Benoist foi confirmada para o evento patrocinado pelo ‘Stan Up to Cancer’ e ‘Goffen Playhouse’. Responsável por arrecadar custos para a luta contra o câncer, o evento que também vai contar com a participação de Chris Wood e Calista Flockhart, ocorrerá no dia 1 de outubro em Los Angeles no Gil Cates Theater.

Melissa fará parte de uma peça teatral baseada no filme da Paramount Pictures, chamada “Terms of Endearment” e dirigida por James L. Brooks, junto com seus ex-colegas de elenco de Supergirl. O filme, conhecido no Brasil como “Laços de Ternura”, lançou em 1983 e foi responsável por ganhar muito prêmios, incluindo Oscars e Globos de Ouro.

A drama/comédia leva delicadeza por usar temas cotidianos, como as relações familiares, o casamento, a maternidade, o envelhecimento e o enfrentamento de uma doença. Conta a história entre a mãe Aurora Greenway e sua filha Emma que após sair da adolescência, entrar numa faculdade e se casar com Flap Horton, ter três filhos e mudar de cidade constantemente, passa por crises pessoais. A constante do filme, porém, está entre o relacionamento turbulento e sólido entre mãe e filha, já que, a mãe tem a principal característica de evitar relacionamentos amorosos.

Os preços para a participação do evento já foram divulgados, junto também, com o folder do evento e já é possível comprar o ingresso para o episódio teatral.

 

Melissa Benoist concedeu uma entrevista a rádio Sandyland para Sandra Bernhard no dia 12 de julho. Confira abaixo:

Sandra Bernhard: Você acorda toda manhã com um sorriso no rosto?
Melissa Benoist: Eu acordo, agora.
SB: Quando você começou com o papel de Carole King em Beautiful, que vai até o dia 4 de agosto, é muito impressionante, digo, eu vi com a atriz original e eu chorei por que eu cresci ouvindo e o primeiro disco que minha mãe comprou foi Tapestry.
MB: Sim, a minha mãe também!
SB: Sério?
MB: Ela tinha quatorze anos e foi o primeiro álbum que ela comprou com o próprio dinheiro.
SB: Minha mãe me levou a loja de discos, foi assim que aconteceu.
Você é muito jovem, você vai fazer 30 anos!

MB: Sim, vou fazer 30 anos esse ano em alguns meses.
SB: É uma grande coisa!
MB: É, eu estou animada em fazer 30 anos.
SB: Sim, por quê não?! É uma coisa boa, porque você tem vivido muitas experiências que tem te levado a esse momento.
MB: Sim, os meus 20 foram bem difíceis.
SB: São difíceis mesmo, eles têm que ser, é chamado de “retorno de Saturno”, já ouvir falar?
MB: Não.
SB: É entre 27 e 30 anos. Você aprende todas essas lições de vida que se você fazer certo te levará ao próximo nível. Obviamente, você fez certo, olhe para você. Você está estrelando em Beautiful na Broadway, em Supergirl em que a quarta temporada retorna no domingo 14 de outubro e você interpreta a Kara Zor-El.
MB: Eu amei o modo como você falou isso.
SB: Eu tinha uma amiga que era minha colega de quarto e nos vimos o filme do Superman e tinha o Jor-El.
MB: Sim, o pai dele se chamava Jor-El. Clark é, não consigo pensar sobre ele.
SB: Sem pressão. Eu gosto do Zor-El, é estranho.
MB: Sim, é estranho.
SB: Quando escreveram Supergirl, você sabe?
MB: Supergirl foi escrito nos anos 50, acho que foi 1954.
SB: Kal-El, não ache que eu não busquei isso na minha mente.
MB: Foi num tempo diferente, eu devia saber isso, mas ele começou mais cedo. Superman foi escrito nos anos 30, eu acho é Supergirl veio nos anos 50.
SB: Você sabe qual foi o conteúdo original politicamente do Superman? Por que tinha algo por trás como se fosse um anti-fashion.
MB: Eu acho que sim. Muitos quadrinhos dessa época tinham esse jeito de mostrar as pessoas mais fortes do que elas realmente eram.
SB: Certo, tem esse jeito e a gente passa por coisas diferentes e difíceis mas é diferente. Eu acho que eles eram mais unificadores agora eles estão se dividindo mais.
MB: Sim, eu concordo.
SB: Bem, você é uma pessoa nova e de onde você está sentada parece que tudo está tão triste. Especialmente do agora para o passado, sabe, 30 ou 40 anos atrás. Você pensa sobre isso?
MB: Eu penso sobre isso todos os dias. Eu tenho vontade de falar sobre essas coisas constantemente.
SB: Que bom.
MB: Eu na verdade, perguntei a minha avó, que viveu em meio a depressão e à segunda guerra mundial e meu avô lutou na guerra como soldado e eles odiavam guerra e eram muito pacifistas e meu avô não era necessariamente mau. Eu perguntei a minha avó o que ela achava sobre o que estava acontecendo e se ela achava qualquer semelhança do que acontecia nos anos 60 e 70 e ela falou que não, que era diferente de qualquer coisa que ela já sentiu porque nós tínhamos dignidade naquele tempo.
SB: Bingo, sua avó está certa. Não é culpa de ninguém.
MB: Yep.
SB: Mas você está trazendo dignidade para as telas e os palcos. Como é ir todos os dias para o Teatro Stephen Sondheim? Como é esse sentimento? É o seu primeiro show na Broadway?
MB: Sim, é minha estreia na Broadway!
SB: Ai, meu Deus!
MB: É algo que eu sempre quis fazer desde que eu me lembre.
SB: Você toca o piano?
MB: Eu toco o piano.
SB: Mas você não tem que tocar, você não toca de verdade, certo?
MB: Não, eu não consigo tocar como a Carole, não são muitas que conseguem.
SB: Mas você pode cantar, talvez eu consiga ir antes de você sair para eu poder te ver. Obviamente, você canta ao vivo.
MB: Sim, eu canto ao vivo na apresentação.
SB: Claro que você canta, é tão estupido, você não performa para atuar mal. Take 3, Melissa perdeu uma nota, é como acontece? Se você perder uma nota, você só continua.
MB: Isso.
SB: Você estudou a Carole? Por que ela tem um jeito tão específico de viver e de sentar no piano em geral. Você usa uma peruca, claro.
MB: Eu uso, eu uso algumas por que ela teve variações no estilo e eles são progressivamente livres, o que eu amo.
SB: Isso é um reflexo dela como pessoa.
MB: Sim, absolutamente.
SB: Eu acho que o cabelo sempre é um reflexo.
MB: Aham, totalmente. Mas eu já era familiar com a música dela por causa da minha mãe e sempre estava tocando na casa em que cresci. Mas para me preparar eu assistia vídeos e vídeos e só escutava as versões dela que eu iria cantar.
SB: Esperta. Não importa quem começou com o show (na Broadway), você deve fazer algo seu. Você viu a pessoa anterior a você terminar o show?
MB: Sim, eu vi.
SB: Quem era a pessoa antes de você?
MB: Chilina Kennedy. Ela é boa.
SB: Tenho certeza, todo mundo tem sido bom.
MB: Eu assisti ela, era parte do meu processo de ensaio assistir ela quantas vezes eu pudesse nos estandes ou no backstage e seguir ela.
SB: E tem dançarinos, mas Carole não dança.
MB: Não, Carole fica no piano.
SB: Bom, ela não tem que se mexer, fica mais no bloqueio, isso é sempre o melhor.
Você faz oito apresentações na semana.

MB: Oito apresentados na semana, e não é brincadeira.
SB: Como você cuida da sua voz?
MB: Eu tenho essas coisas estranhas, florais, pastilhas e loções.
SB: Me diga um que você use.
MB: Grether’s é o meu favorito. Eu tenho uma coisa chamada Fontus que é tipo locão de Aloe Vera.
SB: Onde você consegue?
MB: Eu encontro eles na internet.
SB: Eu tenho que comprar isso.
MB: Eles têm o sabor de Jolly Ranchers. Eles são deliciosos.
SB: E é de Aloe Vera?
MB: Aham.
SB: Eu preciso disso imediatamente. Anota pra mim isso Lise.
Porque eu uso loções Manuka.

MB: Esses também são bons.
SB: Mas fazendo isso e perfomando ao vivo e cantando também e quando você tem que viajar com o ar seco ou mesmo com o ar condicionado, então eu estou sempre procurando por novas coisas. Quais são os seus florais?
MB: Eu tenho tipo baga de sabugueiro, ulmeiro escorregadio. Eu faço isso e chá gelado para a garganta
SB: Aham, aí você toma tudo isso. Você sempre está tratando sua garganta.
MB: Constantemente.
SB: Você tem algum tipo de preparador no seu camarim?
MB: Sim, eu tenho tipo uma caneca que é uma coisa meio DIY que eu coloco água, menta, coisas de eucalipto e erva-doce, e, vai direto pra sua voz.
SB: Isso é muito bom. Onde você pega essas coisas?
MB: CBS ou em mercados, você pode conseguir.
SB: Ok, eu vou pegar isso também. Você também pega o seu próprio café na sua xícara chique o que é tão legal. Primeiro de tudo, todo mundo deveria estar fazendo isso agora, tomar uns minutos extras para pegar seu próprio café. Que tipo de café você gosta?
MB: É um café de origem única, eu acredito que seja de grãos etiopianos.
SB: Você mesma moe o café?
MB: Eu tenho um moedor, é as vezes eu moo na mão, dependendo se eu tenho tempo. Porque café é tão regional e se eu não tomar café e as minhas palavras cruzadas, eu faço as palavras cruzadas do The New York Times todos os dias, então não é meu dia.
SB: Você realmente tem o retorno de Saturno. Você faz as palavras cruzadas todos os dias?
MB: Sim, mas eu roubo, tipo nas sextas ou sábados eu sempre dou uma olhada.
SB: Não me importa se você trapaceia. O fato de você estar disposta o suficiente com 29 anos para fazer as palavras cruzadas. Altamente impressionante.
E você gasta muito tempo para você mesma?

MB: Sim, mas eu geralmente não estou sozinha.
SB: Você está solteira?
MB: Não.
SB: Com quem você está envolvida?
MB: O nome dele é Chris.
SB: Ele está aqui em Nova Iorque?
MB: Sim, ele é um escritor, então ele meio que pode estar em qualquer lugar.
SB: Que bom. Onde vocês se conheceram?
MB: Em Vancouver.
SB: No seu show? No set?
MB: Isso.
SB: E quantas meses você fica em Vancouver?
MB: Acho que uns 9 ou 10 meses. Eu sei é louco.
SB: Em quanto tempo você faz o show (Beautiful)? Uns três meses?
MB: Dois.
SB: Apenas dois?
MB: Sim.
SB: É muito trabalho para apenas dois meses!
MB: É, eu sei.
SB: Então você veio e estudou…
MB: Sim, nos fizemos os ensaios em duas semanas
SB: Inacreditável. E quando você volta para começar a gravar Supergirl?
MB: Na primeira semana de Agosto.
SB: Você vai voltar direto para gravar?
MB: Isso.
SB: Meu Deus, tire um tempinho de folga. Pobre Melissa Benoist. Eles estão te deixando louca. Algumas pessoas falam “eu sei que não posso perguntar a ela sobre isso”, algumas pessoas nem perguntam. Mas ela está tendo diversão, está interpretando Carole em Beautiful no musical de Carole King.

SB: Sandyland com a incrível Melissa Benoist que está se engajando na apresentação em Beautiful, o musical de Carole King até o dia 4 de agosto no Teatro Stephen Sondheim.
Eu amo que você esteja usando um penny loafer!

MB: Oh sim.
SB: Você é uma fofa, você também tem algumas tatuagens.
É uma bicicleta no seu pé?

MB: Sim, é uma bike.
SB: É muito fofo. Você também tem um lobo no seu pulso.
MB: Sim.
SB: Minha filha veio para casa depois do seu último ano de ensino médio com um monte de flores em seu bíceps e eu fiquei tipo, ‘ok’. Foi uma grande surpresa, mas eu meio que me acostumei com isso agora.
MB: Elas são bonitas?
S: Elas são. Ela e uma amiga, Shay Jolie.
MB: Que nome!
SB: Sim, elas duas decidiram e fizeram, o que, sei lá, é uma coisa que você aprende a gostar.
MB: Aham.
SB: E aqui você está com SandyLand e é muito bom ter você aqui.
Você também esteve em Waco, o que eu estou planejando assistir há um tempo. Você interpreta Rachel Koresh, certo?

MB: Sim, é a sua primeira esposa, primeira esposa de David Koresh.
SB: Você sobrevive?
MB: Não.
SB: Quantas esposas ele teve?
MB: Em torno de 10, eu acho que ele teve 12.
SB: Nossa.
MB: Ela foi a primeira, ela tinha 14 anos quando ele disse que Deus tinha lhe falado que ele devia casar com ela.
SB: Quantos anos ele tinha?
MB: Ele estava nos 20.
SB: É considerável.
MB: Sim.
SB: A propósito, eu amo o Taylor Kitsch. Era legal trabalhar com ele?
MB: Era muito legal trabalhar com ele. Aquele podia ser um set muito difícil de ficar com o material que era muito escuro e filmando quatro episódios do total de seis em meio ao cerco. Então…
SB: Ai meu Deus.
MB: Pois é. É por isso que eu não assisti, porque eu não quero…
SB: Não pode absorver isso.
MB: Não posso. Eu atuei lá e é isso. Mas Taylor era tão… Eu não sei como, mas ele fez uma influência para os jovens, é muito apoiadora e encorajadora.
SB: Friday Night Lights é um dos meus shows favoritos na televisão.
MB: Para mim também. Aquele show é brilhante.
SB: E a humanitariedade que ele trouxe para aquele personagem foi realmente impressionante.
MB: Sim, eu concordo.
SB: Quem não estava apaixonado por ele. Você nunca teve uma queda por Kitsch, não é?!
MB: Não, eu tive. Quando ele era Tim Riggings. (Risos). Quem nunca teve?!
SB: Ok, bom saber. Quem nunca?
MB: Sim, todas já tivemos.
SB: O mais fofo.
MB: Sim.
SB: Onde foi o seu lugar para se jogar na sua carreira?
MB: Eu acho que foi Glee. Eu estava fazendo alguns trabalhos curtos na época e eu meio que deixei a universidade para as audições.
SB: Onde era sua universidade?
MB: Era uma escola pequena no território do Upper East Side em Manhattan. Eu sempre fico surpresa das pessoas conhecerem porque era parecido com o meu colégio do ensino médio, mas eu amei. Eu amei estar em Nova Iorque, nessa comunidade pequena em uma cidade enorme.
SB: Você veio de Colorado?
MB: Isso.
SB: E você veio apenas para ir para a faculdade?
MB: Sim.
SB: Você sabia que queria seguir em atuação?
MB: Sim, esse era o meu pensamento maior em teatro, atuar.
SB: Então fez audição para Glee muitas vezes?
MB: Sim, eu tive algumas audições e eles fizeram o casting por meio de uma companhia de teatro, e eu cantava um monte de musicas estranhas, então eles continuavam me chamando e pediam para eu cantar uma música diferente.
SB: Que tipo de musicas você cantava?
MB: Eu cantava musicas dos Blues Traveler e Indigo Girls, é estranho.
SB: Não é estranho, eu amo isso.
MB: É que eu não acho que tivesse outra pessoa que iria cantar isso.
SB: Bom para você.
MB: Eles pensavam tipo, “ela precisa cantar mais Sara Bareilles ou Colbie Caillat ou algo assim. Então eu acabei cantando músicas assim.
SB: Mais acessíveis.
MB: Isso, mais relevantes e modernas.
SB: Nós não gostamos de musicas modernas.
MB: Eu sei.
SB: Nós gostamos de musicas velhas e autênticas.
MB: Sim, tipo eu cantei For Long Blondes.
SB: Que bom pra você.
MB: Porque esse é o tipo de musica que eu gosto de cantar.
SB: Faz sentido. Você já cantou como artista solo?
MB: Não, eu não cantei.
SB: Você já gravou alguma coisa?
MB: Não e você sabe que eu nunca pensei nisso porque cantar me traz muita ansiedade.
SB: Por que?
MB: Eu simplesmente não fico confortável, eu coloco muita pressão em cima de eu mesma. Como você disse, se você perder uma nota enquanto canta ao vivo, você deve continuar com o show. Mas se acontece isso comigo, eu fico muito abatida.
SB: Nós todos ficamos assim.
MB: Eu sei.
SB: É o jeito normal de ficar enquanto se apresenta ao vivo, sabe. Como se as pessoas ficassem “ela errou o caminho”, mas é só um pedaço de papel. É como pegar uma pequena opinião no meio de tantas outras grandes, aí você para e pensa, eu não preciso viver dessa maneira.
MB: Essa é uma analogia muito boa.
SB: Sim, eu acabei de pensar nisso e me perguntei o por quê.
Você está me inspirando. Melissa Benoist está inspirando todo mundo no Sandyland e logo ela terá que deixar Nova Iorque e voltar para Vancouver.
Eu estive lá muitas e muitas vezes para gravar coisas diferentes e as vezes eu volto porque é simplesmente lindo.

MB: É realmente muito bonito.
SB: Como é pra você ficar lá? Porque você provavelmente deve trabalhar a maior parte do tempo.
MB: Sim, nesse tempo eu pude explorar mais da cultura de lá, a comida é muito boa. Tem muitas fusões, influências asiáticas, chinesas e japonesas com comidas norte americanas são tão interessantes. Tem um restaurante japonês e italiano que tem umas das melhores refeições que eu já tive.
SB: Faz um tempo desde que eu estive lá, talvez as coisas tenham mudado com relação aos restaurantes.
MB: Com a comida, sim, é tudo novo.
SB: É uma revolução.
MB: A cidade ainda está crescendo, você pode sentir isso quando está em Vancouver, não é uma cidade que está estabilizada.
SB: Você tem um apartamento lá?
MB: Sim, eu tenho.
SB: Isso é bom, você pode ir qualquer hora e tem onde ficar, não precisa ficar se instalando em outros lugares cada hora, isso é importante.
MB: Yep.
SB: E o seu namorado é de lá?
MB: Sim.
SB: Então tem meio que uma âncora, porque você vai para casa depois de um longo dia de trabalho que é muito tempo. Quantas horas você gasta no trabalho?
MB: Em torno de quinze/dezesseis horas.
SB: Muita produção de cabelo e maquiagem?
MB: Sim, muito cabelo e maquiagem e o meu traje é bem elaborado. Nos fazemos muitos estandes, o que leva muito tempo.
SB: Então você meio que tem que estar lá quando alguém te chama, aí você grava duas vezes e tem que fazer como se estivesse realmente fazendo aquilo na tela.
MB: Isso.
SB: Isso deve ser frustrante.
MB: Tem alguns dias onde eu necessariamente não sinto que estou atuando porque eu dou um soco e digo uma fala, mas quando você vê o produto final, é bem legal e você sabe, é uma parte que está envolvido.
SB: Quem é você quando não está interpretando Supergirl? O que você faz no show?
MB: Ela tem um alter ego semelhante ao Clark Kent.
SB: Ok.
MB: Onde ela é uma repórter investigadora e o nome dela é Kara Danvers.
SB: Certo. Você também fez Whiplash, o que eu esqueci. Aquele foi um filme bom.
MB: Eu amei trabalhar naquele filme.
SB: Eu aposto que sim. Muito excelente.
MB: Foi muito divertido. Muito colaborativo e envolvente. J.K. foi meio inspirador para assistir.
SB: Ele é mau.
MB: Sim, ele é muito mau naquele filme.
SB: Bom, você está num papel importante e está em todos os lugares. Eu espero que possa ver você em Beautiful, voltar para ver
.
MB: Eu iria amar se você fosse.
SB: Obrigada.
MB: Seria muito divertido.
SB: Eu vou te mandar um sinal de fumaça para você saber.
Melissa Benoist estrelando na Broadway em Beautiful, essa é a sua estreia e você poder assistir às temporadas de Supergirl e a todas as coisas que ela está fazendo. Muito obrigada por ter vindo, você é muito inspiradora e calma, o que é impressionante para qualquer um.

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Fonte: Sandyland RadioAndy

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