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Mesmo sem terem se conhecido, Carole King teve um papel importante na vida de Melissa Benoist. Quando a nativa de Colorado fazia viagens de carro com a família no Sudeste, era dado a cada pessoa o comando sobre a música por uma hora. “Meu pai tocaria Garth Brooks. As crianças colocariam faixas da Disney,” lembra Benoist, e sua mãe sempre escolheria sua admirada Carole King. “Quando minha mãe tinha 14 anos de idade, ‘Tapestry’ foi o primeiro disco de vinil que ela comprou com o próprio dinheiro”, ela compartilha.

Quando criança, Melissa aprendeu a música de King. Mas enquanto crescia e se transformava numa adulta, ela desenvolveu uma conexão emocional com suas letras de musicas. “Carole é uma muito boa contadora. Ela é muito emotiva e otimista. Suas músicas são encorajadoras e sobre o amor” diz Benoist. “Esses sentimentos são muito importantes pra mim, eles formaram quem eu sou como mulher hoje.”

Com referência completa, Benoist, que atualmente estrela o título de Supergirl na CW, acaba de fazer sua estreia na Broadway como Carole King em Beautiful: The Carole King Musical. Ela interpretará um trabalho limitado até Agosto. “Eu amo a força interior da Carole, sua bondade e carinho. Eu nunca a conheci, mas não é preciso para dizer” ela observa. “Eu também amo o fato dela ser atrevida, audaciosa e vigorosa.”

JB: O que passou pela sua cabeça quando você foi escolhida para o elenco como Carole King em Barautiful?

MB: Eu fiquei com medo. Eu não havia feito isso há muitos anos, mas aí eu assisti o show. Enquanto eu estava sentada na audiência eu permeti me renovar e fiquei bem emocionada. Eu estava sentimental e nostálgica por causa da música, mas também eu pensava que estaria no palco fazendo o que Chilina Kennedy [responsável por interpretar Carole antes de Benoist] estava fazendo, e contar a história de Carole King desse jeito foi muito especial.

JB: É incrível pensar que Carole King tinha 17 anos quando ela escreveu seu primeiro hit número um.

MB: Eu mal conseguia cuidar de mim mesma quando eu tinha 17 anos. Eu não sei como ela conseguiu. Tem histórias dela indo a estúdios de gravações com musicistas palestrantes que eram tipo, 20 anos mais velho que ela. Ela comandava eles e administrava a banda, o que é maravilhoso.

JB: Qual foi uma das primeiras apresentações que você performou?

MB: Eu era acostumada a performar para os meus bichinhos de pelúcia, esse foi o primeiro tipo de apresentação que eu já tive. Eu dançava Bon Jovi e tinha um mullet (estilo de corte de cabelo) naquele tempo, então era bem divertido.

JB: Você arrasava em “Livin’ on a Prayer?”

MB: Sim, e também em “Wanted, Dead or Alive”. Eu acho que era o CD que meus pais tinham no aparelho de som. Eu simplesmente apertava o botão de início e dançava qualquer música que estivesse lá. Eu também fazia apresentações de ballet. Mas eu acho que o momento que eu descobri que queria experimentar fazer perfomances na minha carreira foi no ensino médio. Eu fiz teatro profissional perto de Denver e jantares de teatro e eu amava a comunidade. Eu amava o processo de ensaio. Eu amava criar algo do zero com as pessoas. Eu amava colocar palavras numa página e fazer parte dessa coisa mágica por algumas horas. Quando eu fiz A Chorus Line, o jogo mudou pra mim. Eu era Bebe Benzenheimer, cantei “At the Ballet”.

JB: Qual foi o melhor conselho que você já recebeu?

MB: Eu tenho recebido muitos conselhos de pessoas incríveis. O que eu tenho constantemente tentando falar pra mim mesma e desejado ter falado anos atrás, é para me divertir. Não levar as coisas tão a sério. Eu tenho muita sorte de poder fazer isso como meio de vida. TV e musicais são feitos para trazer alegria. Quando eu deixei a ideia de preconceitos por parte das pessoas poderem me julgar, quando eu me senti legal sobre o que eu estava fazendo, foi quando eu fiquei mais orgulhosa do meu trabalho. Por exemplo, um fiz um musical chamado Unauthorized Autobiography da Samantha Brown no Goodspeed Opera House. A música era difícil pra eu cantar e eu fiquei muito nervosa. Então eu tive um momento onde eu pensei, eu tenho que deixar tudo isso de lado e me apresentar. No segundo que eu fiz isso, eu tive um dos momentos mais divertidos que eu já tive no palco. Se é triste, íntimo ou até um momento feliz, eu penso em conduzir o caminho da história que estou contando. Se eu fazer isso ao invés de focar em como a performance é obtida, é o melhor jeito de contar a história.

Fonte: Forbes

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